quinta-feira, 2 de maio de 2013

Ano da Fé: No terceiro dia Cristo ressuscitou dos mortos



A ressurreição de Cristo é a verdade culminante de nossa fé em Cristo, crida e vivida como verdade central pela primeira comunidade cristã e por toda a história da Igreja. A ressurreição de Cristo está fundamentada em indícios históricos. O primeiro deles é o túmulo vazio. Aquele corpo morto colocado ali, fechado com pedras e vigiado por guardas desapareceu. Os panos que o envolviam estão jogados no chão. Os apóstolos constatam que a ausência do corpo de Jesus não poderia ser obra humana e que Jesus não havia simplesmente retomado a vida terrestre, como Lázaro.  O sepulcro vazio prepara os discípulos para o encontro com o ressuscitado.

O segundo indício histórico da ressurreição são aparições do Ressuscitado. Jesus apareceu várias vezes, para várias pessoas e em lugares e tempos diferentes. Se Ele tivesse aparecido só uma vez para uma só pessoa poderíamos até dizer que ela estava maluca, com problemas psíquicos ou que teve uma ilusão de ótica. Mas foram várias vezes e para várias pessoas: Paulo fala claramente de mais de quinhentas pessoas às quais Jesus apareceu de uma só vez, além de Pedro, Tiago, todos os apóstolos, discípulos de Emaús. São testemunhos de pessoas sóbrias, em são juízo. E essa experiência do Ressuscitado foi tão forte que mudou completamente a vida dessas pessoas, as quais perderam todo o medo e se tornaram intrépidos evangelizadores a ponto de morrerem mártires por causa dessa verdade. Diante destes testemunhos é impossível interpretar a ressurreição de Cristo fora da ordem física e não reconhecê-la como um fato histórico e verdadeiro.

O terceiro indício é o estado da humanidade ressuscitada de Cristo. Ele aparece com seu corpo, o mesmo que foi martirizado e crucificado, chega a comer com os discípulos e os deixa apalparem-no. Contudo, este corpo autêntico e real tem propriedades novas de um corpo glorioso: não depende do tempo e do espaço, mas pode tornar-se presente a seu modo onde e quando quiser. Sua humanidade não está mais presa à terra, pois já pertence exclusivamente ao domínio divino do Pai. O corpo de Jesus está repleto do Espírito Santo. Ele é o homem  celeste.

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