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sábado, 7 de setembro de 2013

07 de Setembro de 2013 – 92 anos da Legião de Maria no Mundo



“Quem é esta que avança como a aurora, formosa como a lua, brilhante como o sol, terrível como um exército em ordem de batalha?” (Ct 6, 9).
“O nome da Virgem era Maria” (Lc 1, 27).
“Legião de Maria! Que nome bem escolhido!” (Pio XI).

NOME E ORIGEM

A Legião de Maria é uma Associação de católicos que, com a aprovação da Igreja e sob o poderoso comando de Maria Imaculada, Medianeira de todas as graças, (formosa como a lua, brilhante como o sol e, para Satanás e seus adeptos, terrível como um exército em ordem de batalha), se constituíram em Legião para servir na guerra, perpetuamente travada pela Igreja contra o mal que existe no mundo.

“Toda a vida humana, quer individual quer coletiva, se apresenta como uma luta dramática entre o bem e o mal, entre a luz e as trevas” (GS 13).

Este exército, hoje tão numeroso, teve a mais humilde das origens. Não proveio de longas meditações: surgiu espontaneamente, sem premeditações de regras e práticas. Surgiu a idéia. Marcou-se uma tarde para a reunião de um pequeno grupo cujos componentes dificilmente supunham que estavam a ser instrumentos da Divina e amorosa Providência. O aspecto daquela reunião foi idêntico ao das reuniões legionárias que depois viriam a se efetuar em toda a terra. No meio do grupo, sobre uma mesa, com uma toalha branca, erguia-se uma imagem da Imaculada Conceição (igual à da Medalha Milagrosa) ladeada por dois vasos de flores e duas velas acesas. Esta disposição, tão expressiva no seu conjunto, fruto da inspiração de um dos primeiros a chegar, refletia perfeitamente o ideal da Legião de Maria. A Legião é um exército. E, antes mesmo de os legionários se reunirem, ela, a Rainha, já aguardava, de pé, aqueles que certamente atenderiam ao seu chamado. Não foram eles que a adotaram: foi ela que os adotou. E desde então, com ela marcharam e combateram, certos de que haviam de vencer e perseverar, precisamente na medida em que estivessem unidos a ela.

O primeiro ato coletivo destes legionários foi ajoelhar. Aquelas cabeças jovens e ardentes inclinaram-se. Rezou-se a Invocação e a Oração ao Espírito Santo; e depois, aqueles dedos que, durante o dia, haviam trabalhado arduamente, desfiaram as contas do terço, a mais simples das devoções. Terminadas as orações, sentaram-se e, sob a proteção de Maria (representada por sua imagem), aplicaram-se a procurar os meios de mais agradar a Deus e de O tornar mais amado neste mundo, que lhe pertence. Desta troca de impressões nasceu a Legião de Maria, com a fisionomia que hoje apresenta.

Que maravilha! Quem, considerando a humildade de tais pessoas e a simplicidade do seu procedimento, poderia prever, mesmo num momento de entusiasmo, o destino que em breve as esperava? Quem, dentre elas, poderia imaginar que estava sendo inaugurado um sistema que, sendo dirigido com fidelidade e vigor, possuiria o poder de comunicar, através de Maria, a doçura e a esperança às nações? Entretanto, assim havia de ser.

O primeiro alistamento dos legionários de Maria realizou-se em Myra House, Francis Street, Dublin, Irlanda, às vinte horas do dia 7 de setembro de 1921, véspera da festa da Natividade de Nossa Senhora. A organização nascente ficou conhecida no início como “Associação de Nossa Senhora da Misericórdia”, em virtude de o primeiro grupo ter tomado o título de “Senhora da Misericórdia”.

Circunstâncias, aparentemente casuais, determinaram o dia 7 de setembro, que parecia menos indicado que o seguinte. Só alguns anos depois – quando provas sem número de um verdadeiro amor maternal, levaram à reflexão – é que se compreendeu que, no ato do nascimento da Legião, esta recebera das mãos de sua Rainha uma enternecedora carícia. “Da tarde e da manhã se fez o primeiro dia” (Gn 1, 5); e com certeza os primeiros e não os últimos perfumes da festa da sua Natividade eram os mais apropriados aos momentos iniciais de uma organização, cujo principal e constante objetivo consiste em reproduzir em si própria, a imagem de Maria, de maneira a glorificar melhor o Senhor e a comunicá-lo aos homens.

“Maria é a Mãe de todos os membros do Salvador, porque ela, pela sua caridade, cooperou no nascimento dos fiéis, na Igreja. Maria é o molde vivo de Deus, porque foi só nela que um Deus-Homem se formou, de verdade, sem perder qualquer traço da sua divindade; e porque só nela é que o homem pode verdadeiramente e de uma maneira viva, formar-se em Deus, na medida em que a natureza humana disto é capaz, pela graça de Jesus Cristo” (Santo Agostinho).

“A Legião de Maria apresenta a verdadeira face da Igreja Católica” (João XXIII).


Fonte : Manual da Legião de Maria, pág. 9.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Legião de Maria

A Legião de Maria é um movimento de católicos que, com a aprovação da Igreja e sob o poderoso comando de Maria Imaculada, Medianeira de todas as graças, se constituíram em Legião para servir na guerra, perpetuamente travada pela Igreja, contra o mal que existe no mundo. É um exército de homens e mulheres sob o comando de Maria, orientados pela Palavra Sagrada, para levar Cristo ao mundo.

FUNDAÇÃO DA LEGIÃO DE MARIA
A Legião de Maria foi fundada na Irlanda em 1921 por Frank Duff e se espalhou pelo mundo inteiro, chegando ao Brasil em 1951. O primeiro grupo foi formado no Rio de Janeiro, na Igreja Nossa Senhora de Fátima, na Rua do Riachuelo. Está em todo o Brasil, nos mais longínquos lugares, numa expansão continuada. Há legionários que vão à Amazônia para fundar Praesidia e voltam lá para mantê-los unidos e com trabalhos corajosos. Em Cruzeiro do Sul a Legião de Maria foi fundada em 24 de abril de 1980 por Valdecir Reggiani.

FUNDADOR DA LEGIÃO DE MARIA



Frank Duff nasceu em Dublin, na Irlanda, a 7 de junho de 1889. Entrou para o Funcionalismo Civil aos 18 anos, aos 24, alistou-se na Sociedade de S. Vicente de Paulo, onde foi levado a um mais profundo compromisso com a sua Fé Católica e adquiriu, ao mesmo tempo, uma grande sensibilidade às necessidades dos pobres e desfavorecidos.
Juntamente com um grupo de católicos e o Padre Michael Toher, da Arquidiocese de Dublin, fundou o primeiro Praesidium da Legião de Maria, a 7 de setembro de 1921. A partir desta data até a morte, a 7 de novembro de 1980, orientou a extensão mundial da Legião, com heróica dedicação. Assistiu ao Concílio Vaticano II, como observador leigo.
Os seus ímpetos de profunda compreensão do papel da Santíssima Virgem no plano da Redenção, bem como do papel dos fiéis leigos na missão da Igreja, refletem-se no Manual da Legião de Maria, quase inteiramente, obras das suas mãos.

FINALIDADE DA LEGIÃO DE MARIA
A Legião de Maria tem como fim a glória de Deus, por meio da santificação de seus membros, pela oração e pelo trabalho ativo na obra de Maria, sob a direção da autoridade eclesiástica. É um instrumento nas mãos da Igreja.

ESPIRITUALIDADE DA LEGIÃO DE MARIA
O espírito da Legião é o próprio espírito de Maria de quem os legionários procurarão imitar a profunda humildade, a obediência perfeita, a doçura angélica, a contínua oração, a mortificação universal, a pureza perfeita, a paciência heróica, a sabedoria celeste no amor corajoso e sacrificado a Deus e, principalmente, na sua fé. Essa espiritualidade tem como programa : Eucaristia, Oficio da Imaculada Conceição e Terço.

QUEM PODE SER LEGIONÁRIO (A)
A Legião de Maria está aberta a todos os católicos quem pratiquem fielmente a religião, que tenham o desejo de exercer seu apostolado na Igreja e, através dele levar Maria ao mundo.

EM QUE CONSISTE O TRABALHO LEGIONÁRIO
Visitas domiciliares: apoio espiritual às famílias; Visitas a hospitais, prisões e albergues; Visitar e cuidar dos deficientes, doentes e idosos; Rezar o terço nos lares, cemitérios e velórios; Colaborar com a Igreja nas iniciativas de caráter apostólico e missionário; Entronização do Sagrado Coração de Jesus nas famílias; Ministrar aulas de formação cristã (Catequese); Difundir a literatura católica; Promover a missa diária e a devoção ao Santíssimo Sacramento; Promover retiros e momentos de espiritualidade, entre outros.

QUANTITATIVO DA LEGIÃO DE MARIA

Senatus Assumpta de Ponta Grossa: 25.838 ativos e 79.451 auxiliares.
Comitium Nossa Senhora do Carmo de Arapongas: 521 ativos e 1336 auxiliares.
Cúria Nossa Senhora Rainha da Paz de Cruzeiro do Sul: 9 Praesidium – 84 ativos e 112 auxiliares.
Fonte: Estatística com base nos dados de dezembro de 2011.


GRUPOS DA LEGIÃO DE MARIA FILIADOS A
 CURIA NOSSA SENHORA RAINHA DA PAZ

CRUZEIRO DO SUL - PARANÁ




Praesidium Rainha de Todos os Santos
Reunião todas as quintas-feiras às 18:30 h na Capela do Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz – Paróquia São Judas Tadeu.

Praesidium Rainha dos Apóstolos
Reunião todas as quintas-feiras às 19:30 h na Capela do Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz – Paróquia São Judas Tadeu.

Praesidium Nossa Senhora do Rosário
Reunião todas as segundas-feiras às 19:30 h na Capela do Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz – Paróquia São Judas Tadeu.

Praesidium Medianeira de Todas as Graças
Reunião todos os domingos às 19:30 h na Capela do Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz – Paróquia São Judas Tadeu.

Praesidium Juvenil Nossa Senhora das Graças
Reunião todas as segundas-feiras às 18:00 h na Igreja Matriz da Paróquia São Judas Tadeu.

Praesidium Juvenil Nossa Senhora de Fátima
Reunião todas os domingos às 17:00 h na Capela do Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz – Paróquia São Judas Tadeu.

UNIFLOR – PARANÁ

Praesidium Imaculada Conceição
Reunião todas as terças-feiras às 20:00 h na Sala de Reuniões da Paróquia Imaculada Conceição.

Praesidium Nossa Senhora da Medalha Milagrosa
Reunião todas as quintas-feiras às 20:00 h na Sala de Reuniões da Paróquia Imaculada Conceição.

PARANACITY – PARANÁ

Praesidium Nossa Senhora do Carmo
Reunião todas as terças-feiras às 19:30 h na Capela do Sagrado Coração de Jesus na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes.


“Se eu tivesse um exército que rezasse o Terço, conquistaria o Mundo inteiro”. Pio IX


Conheça a Legião de Maria e venha fazer parte desse exército.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Nascimento da Legião de Maria

Numa reunião dominical em Myra House, alguém  comentou que na visita que fizera ao Hospital da União, ficara impressionado com o que vira. Era um hospital para gente pobre e ali se encontrava uma grande miséria material e espiritual. Especialmente lamentável era a seção reservada aos cancerosos, principalmente o setor feminino, onde as mulheres pareciam ali estarem para apodrecer vivas. Nessa reunião, após ouvirem o relato, foi sugerido que as moças do grupo, se encarregassem de visitar regularmente a seção feminina do hospital, assim como os homens do grupo, costumavam visitar o setor masculino. Todos concordaram com a sugestão. Marcaram para a próxima quarta-feira, às 20:00h,  uma reunião para a qual convidariam outras pessoas, principalmente moças, para se responsabilizarem pelas visitas às doentes. Quando os participantes compareceram, na Quarta-feira seguinte, havia umas quinze pessoas. Encontraram na sala um pequeno altar de Nossa Senhora das Graças. A imagem, que fora a que Frank Duff recebera de seu amigo Gabbet, estava sobre uma toalha branca, ladeada de dois vasos de flores e duas velas. Invocado o Espírito Santo e rezado o Terço do Rosário, discutiu-se o trabalho a fazer.
Foi decidido reunirem-se semanalmente e que o primeiro trabalho seria a visita, em pares, ao Hospital da União onde não haveria auxílio material, mas cuidados às doentes e preocupação evangelizadora. Resolveram que de início fariam parte do grupo as senhoras e moças, exceção feita a Frank Duff, força motriz desde o começo e naturalmente ao Padre Toher que seria o Diretor Espiritual. Nenhum dos presentes suspeitou que dessa primeira reunião de 07 de setembro de 1921, surgiria o exército de Nossa Senhora, “a Legião de Maria”. Só Maria o sabia.
Existe ainda a ata da primeira reunião. A secretária que a redigiu, colocara em primeiro lugar na relação dos participantes, o nome de Frank Duff. Mas o nome foi riscado. No final da página, escrito com a letra de Frank, lê-se: “ Frank Duff também tomou parte na reunião.” Ele sempre procurou esconder ou ao menos minimizar o seu papel na fundação.
Os membros da nova associação, concordaram em visitar as pessoas como se, por meio delas, Nossa Senhora o fizesse e em ver o Seu Divino Filho em cada um dos visitados. Por ocasião da distribuição dos trabalhos, as jovens faziam questão de visitarem o setor mais difícil do hospital, o das cancerosas. O grupo era formado por pessoas muito jovens, com exceção de Frank Duff, com 32 anos e da Srª  Elizabeth Kirwan, a única em idade madura. Todas as jovens respeitavam e admiravam a Srª Kirwan, foi ela que introduziu o costume  de ler uma vez por mês, as quatro condições fundamentais do trabalho no novo movimento. Ou, como é hoje conhecida, “a Instrução Permanente” A Srª Kirwan foi eleita presidente do grupo, sendo assim a primeira presidente da Legião de Maria.
O Hospital da União era dirigido pelas Irmãs da Misericórdia. Quando tomaram conhecimento da existência do novo grupo e seus objetivos, prometeram oferecer a missa e a comunhão pela prosperidade do grupo. Como retribuição o grupo escolheu o nome de “Associação Nossa Senhora da Misericórdia”. Este veio a ser o primeiro grupo do movimento que mais tarde veio a Chamar-se “Legião de Maria”. Algum tempo depois, houve necessidade de escrever a história do Movimento que já crescera notavelmente. Era preciso apresentar a data da fundação, mas ninguém lembrava com exatidão. Consultaram então o caderno das atas, que Frank Duff prudentemente havia guardado. A data da primeira reunião era 07 de setembro de 1921. “Que pena!” – exclamou alguém. “Seria melhor o dia 8, festa da Natividade de Nossa Senhora.” Frank viu mais fundo. Conhecedor da Liturgia, pois rezava o Ofício Divino diariamente, argumentou. No dia 7 de setembro, às 20:00 horas a Igreja rezava as primeiras “Vésperas” da festa da Natividade de Maria. No dia 8, às 20:00 horas a festa de Maria teria passado e já se começava o Ofício do dia seguinte. Assim a Legião de Maria, começara exatamente com as primeiras orações da Natividade de Nossa Senhora.
Fonte: www.legiaodemaria.org.br