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segunda-feira, 4 de março de 2013

Semana Santa 2013


Semana Santa, tempo da misericórdia do Pai, da ternura do Filho e do amor do Espírito Santo.

Esta semana chama-se Santa porque nos introduz diretamente no mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada um desses acontecimentos tem um conteúdo eminentemente profético e salvífico.

O fiel cristão – verdadeiramente apaixonado por Jesus Cristo – não pode deixar de acompanhar ativamente a Liturgia da Semana Santa. Infelizmente, a maioria dos católicos tem outras preferências na semana mais santa do ano. Não são capazes de “vigiar e orar” uma só hora com Jesus (cf. Mc 14, 37-38).

Nós queremos acompanhar os passos de Cristo e sentir de perto o que vai acontecer a nosso melhor Amigo e Salvador, procurando sentir o que Jesus sentia em seu coração ao se aproximar a Hora decisiva de glorificar o Pai. Ele viveu esses dias com mansidão e serenidade na presença do Pai. Seu coração estava inundado por uma imensa ternura para com todos os filhos e filhas de Deus dispersos.

Mostremo-nos, pois, solidários a Jesus. Passemos esta última semana de sua vida terrena com Ele, num último gesto de amor e amizade, recolhidos em oração fervorosa e contemplação profunda, de modo que a Páscoa do Senhor seja um dia verdadeiramente “novo” para nós.

Ao participarmos da bênção e procissão de ramos, queremos homenagear a Cristo e proclamar publicamente a sua Divina Realeza.

Na Segunda –feira Santa é o primeiro dia que vem depois de Domingo de Ramos onde se recorda a prisão de Jesus Cristo.

Terça-feira Santa Em algumas igrejas celebra-se neste dia a piedosa procissão do encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores. Ainda há igrejas que neste dia celebram o Ofício das Trevas, lembrando que o mundo já está em trevas devido à proximidade da morte de Jesus.

Quarta-feira Santa também por ser o dia de penitência no qual os cristãos cumprem promessas de vários tipos ou o dia da memória do encontro de Jesus e Maria no caminho do Calvário.

Na Quinta-feira Santa, inicia-se o Tríduo Sacro. Com a celebração da Missa da Ceia do Senhor (cerimônia do Lava-pés), recordamos a instituição da Eucaristia e do sacerdócio católico, bem como o mandamento do amor com que Cristo nos amou até o fim (cf. Jo 13, 1).

A Sexta-feira Santa é o grande dia de luto para a Igreja. Não há Santa Missa, mas celebração da Paixão do Senhor que consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da Cruz e sagrada Comunhão. Vivamos este dia em clima de silêncio e de extrema gratidão, contemplando a morte de Jesus na cruz por nosso amor.

O Sábado Santo é dia de oração silenciosa e de profunda contemplação junto ao túmulo de Jesus. São horas de solidão e de saudade... É ocasião para acompanharmos Nossa Senhora da Soledade e as santas mulheres junto ao túmulo de Jesus, sentindo com elas a medida do amor que Cristo suscita nos corações que O conhecem de perto.

A Vigília Pascal, “a mãe de todas as vigílias”, na qual a Igreja espera, velando, a Ressurreição de Cristo, compõe-se da liturgia da Luz, da liturgia da Palavra, da liturgia Batismal e da liturgia Eucarística.

A participação no Mistério redentor de Cristo leva-nos a ser – no mundo descrente – testemunhas autênticas da Ressurreição de Cristo. Não podemos retardar o anúncio da ressurreição. Que a alegria de Cristo ressuscitado penetre nosso ser, domine nosso pensamento, tome conta de nossos sentimentos e ações. Precisamos de gente que tenha feito experiência da ressurreição. Existe uma única prova de que Cristo tenha ressuscitado: que as pessoas vivam a Sua vida e se amem com o amor com que Ele nos ama...

Guiados pela luz do círio pascal, e ressuscitados para uma vida nova de fé, esperança e amor, sejamos testemunhas vivas da Ressurreição do Senhor Jesus.

Que a Mãe do Ressuscitado nos aponte o caminho para Jesus Cristo, nosso único Salvador.


Fonte: Dom Nelson Westrupp - Bispo diocesano de Santo André - SP, retirado do site a.12.com e Wikipédia.

Programação da Semana Santa em Cruzeiro do Sul - Pr

Domingo – 24/03/2013 – Missa de Ramos às 09:00, saída em frente ao Clube Verde.

Terça-feira – 25/03/2013 – Encontro de Nosso Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores, com meditação das 7 palavras de Jesus na Cruz. A Legião de Maria encenará a 6ª palavra  - Tudo está consumado.
Homens sairão do Clube Japonês e Mulheres da Casa da Marina Canônico.

Quarta-feira – 26/03/2012 – Celebração Penitencial – Igreja Matriz de Cruzeiro do Sul às 19: 30h.

Quinta-feira – 27/03/2013 – Missa de Lava-pés e Instituição de Coroinhas – Igreja Matriz de Cruzeiro do Sul às 19:30 h.
Horário da Vigília 2013
23:00 às 00 h: Apostolado da Oração e Canto
00:00 às 01:00 h: Legião de Maria – Meditação das 5 chagas de Jesus e das 7 Dores de Maria.
01:00 às 02:00 h: Setor São Francisco de Assis (Condomínio Paraíso)
02:00 às 03:00 h: Ministros e Pastoral da Liturgia
03:00 às 04:00 h: Pastoral da Juventude e Vocacional
04:00 às 05:00 h: Pastoral Familiar e Vicentinos
05:00 às 06:00 h: Encontro de Casais com Cristo
06:00 às 07:00 h: Pastoral do Dízimo e do Batismo
07:00 às 08:00 h: Renovação Carismática (RCC) e Pastoral da Criança
08:00 às 12:00 h: Pastoral da Catequese e comunidade
12:00 às 13:00 h: Capelas Nossa Senhora Aparecida, Santo Antonio (Banco da Terra) e Pastoral da Saúde.
13:00 às 14:00 h: Capela São Sebastião e Bom Jesus
14:00 às 15:00 h: Capelas São José, Santa Rita de Cássia (Vila Rural) e Cristo Rei.

Sexta-feira – 29/03/2013 – Adoração da Santa Cruz às 15:00 horas.
Procissão Sexta-feira Santa:
1ª Estação:  Jesus é condenado à morte (Capela Nossa Senhora Aparecida e Pastoral Familiar)

2ª Estação: Jesus carrega a Cruz ( Capela Santa Rita de Cássia - Vila Rural e Setor São Francisco de Assis (Condomínio Paraíso)

3ª Estação: Jesus cai pela primeira vez (Pós Crisma, Pastoral da Juventude)

4ª Estação: Jesus encontra-se com sua Mãe (RCC)

5ª Estação: Simão Cirineu ajuda Jesus a carregar a cruz (Capela Cristo Rei)

6ª Estação: Verônica enxuga o rosto de Jesus  (Capela Bom Jesus)

7ª Estação: Jesus cai pela segunda vez (Capela São José)

8ª Estação: Jesus consola as filhas de Jerusalém (Colégio Est. Dr. Romário Martins – Ensino Médio)

9ª Estação: Jesus cai pela terceira vez (Pastoral do Batismo, Saúde e Dízimo)

10ª Estação: Jesus é despojado de suas vestes (Pastoral da Catequese)

11ª Estação: Jesus é pregado na cruz (Escola Est. Eurides Cavalcanti Tenório – Ens. Fund)

12ª Estação: Jesus morre na cruz (Jovens da Legião de Maria e Comitiva de Cavaleiros)

13ª Estação: Jesus é descido da cruz (Escola Mun. Profº Flávio Sarrão – E.F)

14ª Estação: Jesus é colocado no sepulcro (Pré Escola Chapeuzinho Vermelho e Centro de Educação Infantil Anália Mendes Tenório)

15ª Estação: Jesus ressuscita dos mortos (Funcionários Públicos)

Sábado Santo – 30/03/2013 – Missa na Igreja Matriz às 22:00 horas.

Quaresma: Por que fazemos abstinência de carne?


Polyana Gonzaga
Redação Portal A12
A abstinência de carne e o jejum são orientados pela Igreja que sejam feitos na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa, para recordar o amor de Cristo, que morre na Cruz por nós.
É um sacrifício em memória da Paixão de Cristo, que entregou a sua carne para nos reconciliar. É um pequeno sacrifício em comparação ao que Cristo fez por nós.
O Missionário Redentorista, padre Luiz Carlos de Oliveira afirmou que muitos fiéis faziam abstinência de carne pensando que, evitando a carne, seria mais fácil vencer os vícios.
“A abstinência de carne é um costume generalizado entre muitas religiões. Esta prática é entendida de diversos modos. Alguns pensam que o ser humano e carne e espírito como opostos. É o princípio dualista. Procura-se eliminar o que é carnal para desenvolver a parte espiritual. É o princípio do bem e do mal. Pode-se também lembrar essa identificação da carne humana como geradora do mal, do pecado. Coibindo o uso da carne, dominamos os instintos carnais e assim se eleva o espiritual. Passou-se então a desprezar tudo o que é humano como animalesco em função da beleza do espiritual”, afirmou.
Padre Luiz Carlos explica que Jesus não pensou assim e ensinou a unidade do espiritual e do material.
“O ser humano é matéria, mas é também espiritual, não em oposição, mas na mútua complementariedade. Falamos de ressurreição da carne. A carne, nosso modo de existir, faz parte do projeto amoroso de Deus para a felicidade das pessoas”.
“Não podemos negar as tendências ao mal. As tentações existem. Não basta só abster-se de carne. Ela que é um aspecto simbólico de tantos males dos quais temos que nos abster”, completou.
O Missionário Redentorista lembra que a Igreja do Brasil propõe que todas as sextas-feiras do ano, sejam dias de penitência, e que pode também não se comer carne como penitência.
Qual a diferença da abstinência de carne e do jejum?
Padre Luiz Carlos nos explica que o jejum é mais amplo que a abstinência de carne. É praticado por opção da pessoa nos outros dias que não são de obrigação. Atualmente, nas normas da Igreja, o jejum é obrigatório somente na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa.
“O jejum tem um sentido espiritual e não somente uma prática de tratamento do corpo, o que pode ser beneficiado. O jejum religioso é prática antiga entre os judeus e os cristãos assumiram esta prática. Jesus criticou muito o jejum feito para aparecer, sem uma vida coerente de justiça e caridade. Não adianta tirar a comida se não tiramos a gordura que pesa nosso coração”, afirmou.
De acordo com o Missionário Redentorista o jejum é um remédio muito bom para nos equilibrar no relacionamento com as coisas criadas. É preciso saber dominar-se diante das coisas boas, para que não se tornem perniciosas.
“Comer é bom, mas com o equilíbrio. Quanto há um mundo os que passam fome, há os que exageram na comida. Pior ainda é o desperdício que ofende o ser humano necessitado”.
Padre Luiz Carlos lembra que não podemos ser escravos dos bens criados, pois seremos dominadores dos necessitados e colocaremos Deus de lado, perdendo assim a harmonia que deve haver em nosso ser humano e espiritual.
“A prática do Jejum imita os 40 dias de Jesus no deserto. Ali se preparou para sua missão. Quem sabe, nas decisões de nossa vida, não fosse bom prepará-la com o jejum e a oração.  A liturgia deste tempo fala muito de jejum, mas não vejo que ele aconteça. Quem sabe devamos repensar seu sentido e seu uso”, completou.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Legionários encenam 7ª Estação da Via-Sacra em Uniflor

Os legionários de Uniflor encenaram na Sexta-feira Santa a 7ª Estação - Jesus cai pela segunda vez sob o peso da Cruz. A Estação fazia referência a campanha da Fraternidade que falava das pessoas abandonadas em hospitais e asilos.


“Amo todos aqueles que sucumbem e vêm a Mim, pedindo-Me perdão: amo-os ainda mais. Não os afastarei nunca; muito embora tenham sucumbido milhares de vezes (...) Não te deixarei cair, estarei ao pé de ti para te defender. Eu amo-te e manter-te-ei firme nas tuas quedas; não deixarei que tu te percas”.

sábado, 7 de abril de 2012

Encenação da Via-Sacra

Os Legionários do Praesidium Juvenil Nossa Senhora de Fátima encenaram na última Sexta-feira Santa a 12ª Estação da Via-Sacra: Jesus morre na cruz.


12ª Estação – Jesus morre na Cruz

Preso a cruz, Jesus tem dificuldade para respirar. O seu corpo está exausto; seu coração bate devagar, até parar. Ele está morto.

Jesus humilhou-se, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.
Ao assumir a condição humana, Jesus se entrega totalmente. Seu amor é infinito e traz a salvação. A sua morte é a manifestação mais profunda da misericórdia divina.
Ele nos reconciliou pela morte de seu corpo humano, para que nos apresentemos santos e imaculados aos olhos do Pai.
Senhor, nós nos comprometemos a lutar por saúde e para todos, principalmente por aqueles que sofrem sem atendimento médico, chegando a morte.
Ajudai-nos a fazer com “que a saúde se difunda sobre a terra”.


Adoração ao Santíssimo Sacramento


“Considerai a hora da Adoração que vos cabe, como uma hora de paraíso, ide a ela como se vai ao céu...”

Os membros da Legião de Maria de Cruzeiro do Sul fizeram uma hora de Adoração ao Santíssimo na noite da vigília (00:00 às 01:00 h). Este foi um momento de reflexão, de confidência com Deus que está presente em nosso meio.  Foi um momento de meditar as dores de Nossa Senhora desde o nascimento de Jesus até sua morte no calvário. Foi o momento de estarmos com Jesus Cristo, vivo e presente na Eucaristia, permitindo que Ele penetre  fundo em nosso coração e em nossa vida.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Adoração ao Santíssimo Sacramento - Contemplando as Sete Dores de Nossa Senhora


A Legião de Maria de Cruzeiro do Sul convida a todos para participarem da Adoração ao Santíssimo Sacramento na noite da vigília (de Quinta para Sexta-feira Santa), das 00:00 às 01:00h, onde meditaremos as setes dores de Nossa Senhora.

“Na anunciação, Maria dá no seu seio a natureza humana ao filho de Deus; aos pés da Cruz, em João, recebe no seu coração toda a humanidade. Mãe de Deus desde o primeiro instante da encarnação, ela torna-se mãe dos homens nos últimos momentos da vida do Filho, Jesus” (João Paulo II)


Adoração ao Santíssimo Sacramento - Contemplando as Sete Dores de Nossa Senhora


Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Todos: Amém!

Este é um momento de reflexão, de confidência com Deus que está presente em nosso meio. É momento de estarmos com Jesus Cristo, vivo e presente na Eucaristia, permitindo que Ele penetre fundo em nosso coração e em nossa vida. Para isso nos reunimos em nome da Santíssima Trindade.

Ó Jesus Crucificado que com infinito amor quisestes sacrificar a vida pela nossa salvação, aqui viemos para vos agradecer tão grande bondade, mediante nossa entrega, arrependimento e conversão.

Cântico: Tão sublime Sacramento, adoremos neste altar, Pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento os sentidos completar.
Ao eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador.
Ao Deus Uno, e Trino demos a alegria do louvor. Amém!

Na Semana Santa temos a oportunidade de refletir e viver os mistérios da redenção, dos quais Nossa Senhora esteve sempre próxima, experimentando, a Imaculada, aflitivas dores, magnificadas no acontecimento do calvário. À Maria, sofrendo na presença de Jesus crucificado, e por todas as suas dores, pode se aplicar a exclamação trazida de sofrimento do livro das lamentações: “A quem te comparar, ó virgem filha de Sião? É imensa, como o mar, tua aflição.

Cântico:  Imaculada Maria de Deus, coração pobre acolhendo Jesus! Imaculada Maria do povo, mãe dos aflitos que estão junto a cruz!
a) Um coração que era sim para a vida, um coração que era sim para o irmão. Um coração que era sim para Deus, Reino de Deus renovando esse chão.

Dirigente: Meditemos as Sete Dores de Nossa Senhora:

1ª Dor: “Quanto a ti, uma espada de dor transpassará a tua alma” (Lc 2,35)
Senhor, ao ouvir a profecia de Simeão, admiramos a fé serena e a fortaleza de Maria, nascidas da consciência do sentido de suas dores. Concedei a todos nós, a sabedoria e a coragem, para sabermos enfrentar os sofrimentos do mundo de hoje.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: A Ti meu Deus, elevo meu coração,
Elevo as minhas mãos, meu olhar, minha voz.
A Ti meu Deus, eu quero oferecer meus passos
E meu viver, meus caminhos, meus sofrer.
A Tua ternura Senhor, vem me abraçar.
E a Tua bondade infinita me perdoar.

Vou ser o Teu seguidor, e Te dar o meu coração Eu quero sentir o calor de Tuas mãos.
A Ti, meu Deus, que és bom e que tens amor,
Ao pobre, ao sofredor, vou servir e esperar.
Em Ti, Senhor, humildes se alegrarão,
Cantando a nova canção de esperança e de paz.

2ª Dor: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito” (MT 2,13)
A defesa da vida de Jesus, ameaçada por Herodes, obriga Maria e José a fugirem para o Egito com o menino. Nós te pedimos, ó Maria, que intercedas por nós, para que os sofrimentos do dia a dia, não nos façam desistir de lutar por um mundo mais justo e fraterno, buscando com fidelidade e coragem, a defesa da vida.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Me chamaste para caminhar na vida contigo, decidi para sempre seguir-te, não voltar atrás.
Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma, é difícil agora viver sem lembrar-me de Ti.
Te amarei, Senhor (bis),  eu só encontro
a paz e a alegria bem perto de Ti (2x)
Eu pensei muitas vezes parar e não dar nem resposta. Eu pensei na fuga esconder-me, ir longe de Ti, mas Tua força venceu e ao final eu fiquei seduzido. É difícil agora viver sem saudades de Ti.
Ó Jesus, não me deixes jamais caminhar solitário,
pois conheces a minha fraqueza e o meu coração.
Vem ensina-me a viver a vida na Tua presença,
no amor dos irmãos, na alegria, na paz, na união.

3ª Dor: “...quando voltaram, o menino Jesus ficou em Jerusalém” (Lc 2,42)
Contemplando o sofrimento de Maria quando perde Jesus no templo, nos unimos a ela, para estarmos em comunhão com tantas famílias que sofrem a perda de seus filhos.
Concedei-nos Maria, a graça de ir ao encontro dos que se perdem, na busca do sentido da vida.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Quem nos separará? Quem vai nos separar?Do amor de Cristo, quem nos separará?
Se Ele é por nós, quem será, quem será contra nós?Quem vai nos separar do amor de Cristo, quem será?
a) Nem a angústia, nem a fome, nem os erros do meu irmão; Perigo ou espada, nem toda tribulação!

4ª Dor: “Seguia-o grande multidão de povo e de mulheres” (Lc 23,27)
Maria encontra Jesus e o segue até o Calvário. Acompanhemos a dor das mães que com seus filhos carregam a cruz das injustiças sociais que desrespeitam a vida humana.
Ó Maria, tu que encorajas as mães a não abandonar seus filhos em nenhum momento, sobretudo na dor, ensinai-nos a ser solidários com os fracos e desamparados.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Pelas estradas da vida, nunca sozinho estás. Contigo pelo caminho, Santa Maria vai.
Ó vem conosco, vem caminhar, Santa Maria vem. Ó vem conosco, vem caminhar, Santa Maria vem.
Se pelo mundo os homens, sem conhecer-se vão, não negues nunca a tua mão a quem te encontrar.
Mesmo que digam os homens, tu nada podes mudar luta por um mundo novo de unidade e paz.
Se parecer tua vida inútil caminhar, lembra que abres caminho, outros te seguirão.
5ª Dor: “Junto à cruz de Jesus estava de pé sua mãe” (Jô 19,25)
Maria, de pé, não abandona Jesus. Mantém-se firme ao seu lado, e também hoje não abandona seus filhos. Continua conosco, sob a cruz dos crucificados deste mundo. Contigo Maria, queremos estar junto de nossos irmãos. Ajudai-nos a ser uma presença que conforte e anime.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico:  A morrer crucificado/ Teu JESUS é condenado/ Por teus crimes, pecador/ Por teus crimes, pecador.
Pela Virgem dolorosa/ Vossa MÃE tão piedosa/ Perdoai ó meu JESUS/ perdoai ó meu JESUS

6ª Dor: “Jesus é descido da cruz...” (Lc 23,53)
Intensa foi a dor de Maria ao acolher em seus braços o filho morto. Em nossos dias, muitas mães sofrem com seus filhos, vitimas da violência e discriminação social.
Deus da vida, iluminai-nos e fortalecei-nos para que não percamos a esperança de transformar as estruturas humanas de nosso mundo.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Ninguém te ama como eu, ninguém te ama como eu./ Olha pra cruz esta é a minha grande prova./ Ninguém te ama como eu, ninguém te ama como eu./ Olhe pra cruz, foi por ti, porque te amo, ninguém te ama como eu.

7ª Dor: “...Jesus foi envolvido em um lençol e depositado em um túmulo cavado na rocha” (Lc 23,53)
Maria mãe querida, quanta dor sofrestes ao ver seu Filho sepultado. Soubestes recolher-se em silêncio, e aguardar a resposta de Deus. Ensinai-nos ó mãe, a conservar a serenidade e a esperança, quando nada parece ter sentido.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Salve Rainha, mãe da misericórdia...

Maria, Mãe da Santa Esperança, que estás sempre conosco, como sempre estivestes com Jesus, durante toda sua Vida, Paixão, Morte e Ressurreição, intercedei por nós junto à Santíssima Trindade, para que experimentemos sua consolação, nesta e na outra vida. Amém !


Palavra de Deus


Do Evangelho segundo S. Mateus (Mt 26,36-46)
Então Jesus foi com eles para um lugar chamado Gestsêmani. E disse aos discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto Eu vou até ali para rezar. Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e angustiado. Então lhes disse: A minha alma está numa tristeza mortal. Ficai aqui e vigiai comigo. Jesus foi um pouco mais adiante, prostou-se com o rosto por terra e rezou: Pai, se é possível, afasta de mim este cálice. “Contudo, não seja feita a minha vontade, mas a vossa.”
Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os a dormir. Disse a Pedro: Nem sequer pudestes vigiar uma hora comigo? Vigiai e orai, para não cairdes em tentação, porque o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Jesus afastou-se pela segunda vez e rezou: Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, seja feita a Tua vontade!
Voltou de novo e encontrou os discípulos a dormir, porque os seus olhos estavam pesados de sono. Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.
Então voltou para junto dos discípulos e disse: Agora podeis dormir e descansar. Já se aproxima a hora: o Filho do Homem vai ser entregue ao poder dos pecadores. Levantai-vos! Vamos! Aquele que vai me trair está a chegar.

(De joelhos): Oração: Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus! De joelhos me prosto em Vossa presença e Vos suplico com todo o fervor de minha alma que vos digneis gravar no meu coração os mais vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, verdadeiro arrependimento dos meus pecados e firme propósito de corrigi-los, enquanto vou considerando com vivo afeto e dor as Vossas Cinco Chagas, tendo diante dos olhos aquilo que o profeta Davi já nos fazia dizer, ó bom Jesus: "Transpassaram minhas mãos e meus pés e contaram todos os meus ossos".

Cântico: Glória a Jesus na Hóstia Santa, que se consagra sobre o altar;
E aos nossos olhos se levanta para o Brasil abençoar.
Que o Santo Sacramento, que é o próprio Cristo Jesus, Seja adorado e seja amado nesta terra de Santa Cruz. (bis)

Rezemos o Terço da Misericórdia
Credo / Pai Nosso / Ave Maria
Nas contas grandes em lugar do Pai-Nosso, rezar:
Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e Divindade de Vosso Diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos pecados do mundo inteiro.

Nas contas pequenas, em lugar das Ave-Marias:
Dirigente: Pela sua dolorosa paixão
Todos: Tende piedade de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezar 03 vezes:
Deus Santo, Deus forte, Deus imortal, tende piedade de nós, do mundo inteiro e das almas do purgatório.

Ó Sangue e água que jorrastes do Coração de Jesus como fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós.


Oração Final


Jesus é muito bom sentir sua presença na Eucaristia, Viva e Real !
Te agradecemos por este  momento de adoração Te agradecemos pelo Dom de nossas vidas !
Te agradecemos por estar sempre conosco!
Te agradecemos por sua entrega na cruz para nos salvar !


Cântico Final


1. Quem é essa que surge formosa,
Como o sol fulgurante na serra.
Como aurora de luz radiosa,
Qual exército em linha de guerra?

É a Virgem, Mãe Legionária,
É Maria, a Rainha dos Céus,
Que nos faz ser a luz missionária.
Para o mundo levar até Deus. (bis)

2. Dai-nos fé que nos faça lutar...
É a Virgem, Mãe Legionária...
3. E um dia no Céu, ó Maria...!
É a Virgem, Mãe Legionária...
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, Para sempre seja louvado. Salve Maria!!!

Semana Santa


Semana Santa, tempo da misericórdia do Pai, da ternura do Filho e do amor do Espírito Santo.
Esta semana chama-se Santa porque nos introduz diretamente no mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada um desses acontecimentos tem um conteúdo eminentemente profético e salvífico.
O fiel cristão – verdadeiramente apaixonado por Jesus Cristo – não pode deixar de acompanhar ativamente a Liturgia da Semana Santa. Infelizmente, a maioria dos católicos tem outras preferências na semana mais santa do ano. Não são capazes de “vigiar e orar” uma só hora com Jesus (cf. Mc 14, 37-38).
Nós queremos acompanhar os passos de Cristo e sentir de perto o que vai acontecer a nosso melhor Amigo e Salvador, procurando sentir o que Jesus sentia em seu coração ao se aproximar a Hora decisiva de glorificar o Pai. Ele viveu esses dias com mansidão e serenidade na presença do Pai. Seu coração estava inundado por uma imensa ternura para com todos os filhos e filhas de Deus dispersos.
Mostremo-nos, pois, solidários a Jesus. Passemos esta última semana de sua vida terrena com Ele, num último gesto de amor e amizade, recolhidos em oração fervorosa e contemplação profunda, de modo que a Páscoa do Senhor seja um dia verdadeiramente “novo” para nós.
Ao participarmos da bênção e procissão de ramos, queremos homenagear a Cristo e proclamar publicamente a sua Divina Realeza.
Na Quinta-feira Santa, pela manhã, é celebrada a Missa Crismal. Esta celebração, que o Bispo concelebra com o seu presbitério e dentro da qual consagra o santo crisma e benze os óleos usados no Batismo e na unção dos enfermos, é a manifestação da comunhão dos presbíteros com o seu Bispo.
No período vespertino, inicia-se o Tríduo Sacro. Com a celebração da Missa da Ceia do Senhor (cerimônia do Lava-pés), recordamos a instituição da Eucaristia e do sacerdócio católico, bem como o mandamento do amor com que Cristo nos amou até o fim (cf. Jo 13, 1).
A Sexta-feira Santa é o grande dia de luto para a Igreja. Não há Santa Missa, mas celebração da Paixão do Senhor que consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da Cruz e sagrada Comunhão. Vivamos este dia em clima de silêncio e de extrema gratidão, contemplando a morte de Jesus na cruz por nosso amor.
O Sábado Santo é dia de oração silenciosa e de profunda contemplação junto ao túmulo de Jesus. São horas de solidão e de saudade... É ocasião para acompanharmos Nossa Senhora da Soledade e as santas mulheres junto ao túmulo de Jesus, sentindo com elas a medida do amor que Cristo suscita nos corações que O conhecem de perto.
A Vigília Pascal, “a mãe de todas as vigílias”, na qual a Igreja espera, velando, a Ressurreição de Cristo, compõe-se da liturgia da Luz, da liturgia da Palavra, da liturgia Batismal e da liturgia Eucarística.
A participação no Mistério redentor de Cristo leva-nos a ser – no mundo descrente – testemunhas autênticas da Ressurreição de Cristo. Não podemos retardar o anúncio da ressurreição. Que a alegria de Cristo ressuscitado penetre nosso ser, domine nosso pensamento, tome conta de nossos sentimentos e ações. Precisamos de gente que tenha feito experiência da ressurreição. Existe uma única prova de que Cristo tenha ressuscitado: que as pessoas vivam a Sua vida e se amem com o amor com que Ele nos ama...
Guiados pela luz do círio pascal, e ressuscitados para uma vida nova de fé, esperança e amor, sejamos testemunhas vivas da Ressurreição do Senhor Jesus.
Que a Mãe do Ressuscitado nos aponte o caminho para Jesus Cristo, nosso único Salvador.
Dom Nelson Westrupp
Bispo diocesano de Santo André - SP