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terça-feira, 29 de julho de 2014

Falecimento de legionária ativa


É com muita tristeza que informamos o falecimento da legionária Maria Aparecida Moreira Maximiano, ocorrido no dia 26 de julho às 19:00h. A legionária era membro ativa que dedicou sua vida a divulgar a devoção a Maria.


“Terminada a caminhada da vida, eis o legionário gloriosamente reclinado no leito da
morte. Agora, é ele confirmado no serviço legionário e por toda eternidade. Esta eternidade foi a Legião que o ajudou a conquistar. Ela formou a essência e o molde de toda a sua vida espiritual. Pelo poder das suas orações, rezadas cada dia fervorosamente num só coração por todos os legionários Ativos e Auxiliares, a fim
de que a Legião pudesse reunir-se no céu sem uma perda, ela ajudou-a a vencer os perigos e dificuldades de toda a sua longa vida. Que pensamento suave e consolador para todos os legionários! Neste momento, sofremos por termos perdido uma companheira e uma amiga”. (Manual da Legião de Maria).

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Nota de Falecimento

Padre Roberto e o Legionário Angelo

É com tristeza que a Legião de Maria informa o falecimento do irmão Legionário Angelo Disidoro Scremin, ocorrido no último dia 30 de abril. Esse valente soldado dedicou sua vida a devoção a Maria através da propagação do Terço e a Jesus, através das 15 Orações.

“...E nos dirija os passos no caminho da paz; de forma que, terminada a batalha da vida, a nossa legião possa reunir-se, sem uma só perda, no Reino do Vosso Amor e Glória. Amém.”


Que as almas dos legionários e de todos os fiéis defuntos, pela misericórdia de Deus, descansem em paz. Amém.


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

As Almas dos Legionários Falecidos



Terminada a caminhada da vida, eis o legionário gloriosamente reclinado no leito da morte. Agora, é ele confirmado no serviço legionário e por toda eternidade. Esta eternidade foi a Legião que o ajudou a conquistar. Ela formou a essência e o molde de toda a sua vida espiritual. Pelo poder das suas orações, rezadas cada dia fervorosamente num só coração por todos os legionários Ativos e Auxiliares, a fim de que a Legião pudesse reunir-se no céu sem uma perda, ela ajudou-a a vencer os perigos e dificuldades de toda a sua longa vida. Que pensamento suave e consolador para todos os legionários! Neste momento, sofremos por termos perdido um companheiro e um amigo. Apressemo-nos a orar para que a alma deste soldado seja prontamente libertada do Purgatório.

Imediatamente depois do falecimento de um membro ativo, o Praesidium mandará rezar uma missa pelo seu eterno descanso; e todos os membros do Praesidium devem rezar ao menos uma vez as Orações da Legião, incluindo o Terço, pela mesma intenção. Estas obrigações, porém, não se estendem aos parentes dos legionários. Todos os legionários que o puderem fazer, e não só os do próprio Praesidium, deverão tomar parte na santa missa e no enterro.

Recomenda-se a reza do Terço e das outras orações legionárias durante o enterro. Isto poderá fazer-se imediatamente a seguir às orações oficiais da Igreja. Este costume, extremamente proveitoso ao falecido, é profundamente consolador para os seus parentes entristecidos, para os próprios legionários e para todos os amigos presentes.

Esperamos com confiança que as mesmas orações sejam rezadas mais de uma vez, durante o velório, e que não limitaremos a isto a nossa piedosa lembrança.

No mês de Novembro, cada Praesidium mandará celebrar uma missa pelos legionários falecidos, não só do Praesidium, mas de todo o mundo. Nesta ocasião como em todas as outras em que se reza por eles, incluiremos nessas intenções os diversos graus de membros da Legião.

O Purgatório faz parte do Reino de Maria. Lá se encontram também alguns dos seus filhos que, em dolorosos momentos de aflição, esperam o nascimento para a glória eterna. S. Vicente Ferrer, S.Bernardino de Sena e Luís de Blois e outros, declaram explicitamente que Maria é Rainha do Purgatório; e S. Luís Maria de Montfort convida-nos a pensar e agir de acordo com esta crença. Quer que ponhamos nos braços da Maria o valor das nossas preces e satisfações. Promete-nos em recompensa, um benefício mais abundante a favor das almas que nos são queridas, do que no caso de lhes aplicarmos diretamente as nossas orações” (Lhoumeau: Vida Espiritual na Escola de S. Luís Maria de Montfort).
Fonte: Manual da Legião de Maria, pág. 102.


Programação para o dia de Finados:

10:00 h – Missa na Igreja Matriz da Paróquia São Judas Tadeu de Cruzeiro do Sul, com benção final no Cemitério Municipal;

17:00 h – Terço da Legião de Maria no Cemitério Municipal.

Catequese de Bento XVI – Dia de Finados


 
Caros irmãos e irmãs!

Depois de ter celebrado a solenidade de todos os santos, a Igreja nos convida hoje a comemorar todos os fiéis defuntos, a voltar o nosso olhar a tantos rostos que nos precederam e que concluiram o caminho terreno. Na audiência deste dia, então, gostaria de propor-vos alguns simples pensamentos sobre a realidade da morte, que para nós cristãos é iluminada pela ressurreição de Cristo e para renovar a nossa fé na vida eterna.
 
Como eu já dizia ontem no Angelus, nestes dias, nos dirigimos ao cemitério para rezar pelas pessoas caras que nos deixaram, as  visitamos para exprimir a elas, mais uma vez, o nosso afeto, para senti-las ainda próximas, recordando também, deste modo, uma parte do Credo: na comunhão dos santos existe uma estreita ligação entre nós que caminhamos ainda nesta terra e tantos irmãos e irmãs que já atingiram a eternidade.

Desde sempre o homem se preocupou dos seus mortos e procurou dar-lhes uma espécie de segunda vida através da atenção, do cuidado e do afeto. Em um certo modo existe um desejo de conservar o que deixaram como experiência de vida e, paradoxalmente, como esses viveram, o que amaram, o que tiveram, o que esperaram e que coisa detestaram, algo que descobrimos olhando as tumbas, diante das quais se multiplicam as recordações, que são quase um espelho do mundo deles.

Por que é assim? Porque, apesar da morte ser um tema quase proibido na nossa sociedade, e exista a tentativa contínua de tirar da nossa mente nem que seja somente o pensamento da morte, essa está relacionada com cada um de nós, relacionada com o homem de cada tempo e de cada espaço. E diante deste mistério, todos, também inconscientemente, procuramos algo que nos convide a esperar, um sinal que nos dê consolação, que nos abra algum horizonte, que nos ofereça ainda um futuro. A estrada da morte, na realidade, é uma vida de esperança e, percorrer os nossos cemitérios, como também ler aquilo que está escrito sobre as tumbas é cumprir um caminho marcado pela esperança da eternidade.

Mas nos perguntamos: por que temos tanto medo diante da morte? Por que a humanidade, em grande parte, nunca se mostrou em acreditar que além da morte não existe simplesmente o nada? Diria que as respostas são múltiplas: temos medo diante da morte porque temos medo do nada, deste medo de partir em direção a algo que não conhecemos, que nos é desconhecido. E então existe em nós um sentido de rejeição porque não podemos aceitar que tudo aquilo de belo e de grande que foi realizado durante uma existência inteira, venha de repente apagado, caia no abismo do nada. Sobretudo, nós sentimos que o amor chama e pede eternidade e não é possível aceitar que isto venha destruído pela morte em um só momento.

Ainda, temos medo diante da morte porque, quando nos encontramos rumo ao fim da existência, existe a percepção que exista um juízo sobre as nossas ações, sobre como conduzimos a nossa vida, sobretudo sobre este pontos de sombra, que, com habilidade, sabemos remover e tentamos remover da nossa consciência. Diria que exatamente a questão do juízo é geralmente subtendida no cuidado do homem de todos os tempos pelos defuntos, na atenção em relação as pessoas que foram significativas para ele e que não estão mais ao lado no caminho da vida terrena. Em um certo sentido, os gestos de afeto, de amor que circundam o defunto, são um modo para protegê-lo na convicção que esses não estejam sem afeto no juízo. Isto podemos colher na maior parte das culturas que caracterizam a história do homem.

Hoje o mundo se tornou, ao menos aparentemente, muito mais racional, ou melhor, se difundiu a tendência de pensar que todas as realidades devam ser afrontadas com os critérios da ciência experimental, e que à grande questão da morte se deva responder não tanto com a fé, mas partindo dos conhecimentos experimentais, empíricos. Deste modo, nem se dá conta que deste modo pode-se cair em formas de espiritismo, na tentativa de ter qualquer contato com o mundo além da morte, quase imaginando que exista uma realidade que, no fim, seria uma copia da presente.

Caros amigos, a solenidade de todos os santos e a comemoração de todos os fiéis defuntos nos dizem que somente quem pode reconhecer uma grande esperança na morte, pode também viver uma vida a partir da esperança. Se nós reduzimos o homem exclusivamente à sua dimensão horizontal, a isto que se pode perceber empiricamente, a mesma vida perde o seu sentido profundo. O homem tem necessidade de eternidade e toda outra esperança para ele é muito breve, muito limitada. O homem é explicável somente se existe um amor que supere todo isolamento, também aquele da morte, em uma totalidade que transcenda também o espaço e o tempo. O homem é explicável, encontra seu sentido mais profundo, somente se existe Deus. E nós sabemos que Deus saiu da sua distancia e se fez próximo, entrou na nossa vida e nos diz: "Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, também se morrer viverá, aquele que vive e crê em mim não morrerá eternamente”.

Pensemos um momento na cena do Calvário e reescutemos as palavras que Jesus, do alto da Cruz, dirige ao homem que está à sua direita: "Em verdade eu te digo: Hoje mesmo estarás comigo no paraíso". Pensemos aos dois discípulos na estrada de Emaús, quando, depois de ter percorrido uma parte da estrada com Jesus ressuscitado, o reconhecem e partem para Jerusalém para anunciar a Ressurreição do Senhor. À mente retornam com renovada clareza as palavras do Mestra: "Não se perturbe o vosso coração. Tenhais fé em Deus e tenhais fé também em mim. Na casa do Pai existem muitas moradas. Se não, jamais vos teria dito: "Vou a preparar-vos um lugar"?.

Deus se mostrou verdadeiramente, se tornou acessível, tanto amou o mundo ao ponto de dar seu filho único, a fim que aquele que crer nEle não se perca, mas tenha a vida eterna e, no supremo ato de amor da Cruz, imergindo-se no abismo da morte, a venceu, é ressuscitado e abriu também a nós as portas da eternidade. Cristo nos sustenta através a noite da morte que Ele mesmo atravessou. É o Bom pastor, cuja direção se pode confiar sem nenhum medo, porque Ele conhece bem a estrada, também aquela que passa pela escuridão.

Cada domingo, recitando o Credo, nós reafirmamos esta verdade. E ao nos dirigirmos aos cemitérios para rezar com afeto e com amor pelos nossos defuntos, somos convidados, mais uma vez, a renovar com coragem e com força a nossa fé na vida eterna, e mais, viver com esta grande esperança e testemunhá-la ao mundo: atrás do presente não existe o nada. E exatamente a fé na vida eterna dá ao cristão a coragem de amar mais intensamente esta nossa terra e de trabalhar para construir um futuro, para dar-lhe uma verdadeira e segura esperança.

Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=284156

O Céu não tem portas - Rezar pelas almas no purgatório



No mês de novembro, a Igreja convida-nos com maior insistência a rezar e a oferecer sufrágios pelos fiéis defuntos do Purgatório. Com esses irmãos nossos, que também participaram da fragilidade própria de todo o ser humano, sentimos o dever – que é ao mesmo tempo uma necessidade do coração – de oferecer-lhes a ajuda afetuosa da nossa oração, a fim de que qualquer eventual resíduo de debilidade humana, que ainda possa adiar o seu encontro feliz com Deus, seja definitivamente apagado.
No Céu, não pode entrar nada de impuro, nem quem cometa abominação ou mentira, mas somente aqueles que estão inscritos no livro da vida. A alma desfeada pelas faltas e pecados veniais não pode entrar na morada de Deus: para chegar à eterna bem-aventurança, tem de estar limpa de toda a culpa. O Céu não tem portas – escreve Santa Catarina de Gênova –, e quem quiser entrar pode fazê-lo, porque Deus é todo misericórdia e permanece com os braços abertos para admiti-lo na sua glória. No entanto, o ser de Deus é tão puro que, se uma alma nota em si o menor vestígio de imperfeição, e ao mesmo tempo vê que o Purgatório foi estabelecido para apagar tais manchas, introduz-se nele e considera um grande favor que lhe seja permitido limpar-se dessa forma. O maior sofrimento dessas almas é o de terem pecado contra a bondade divina e o de não terem purificado a alma nesta vida. O Purgatório não é um inferno atenuado, mas o vestíbulo do Céu, onde a alma se purifica.
E se não se expiou na terra, são muitas as realidades que a alma deve limpar ali: pecados veniais, que adiam tanto a união com Deus; faltas de amor e de delicadeza com o Senhor; a inclinação para o pecado, adquirida na primeira queda e aumentada pelos pecados pessoais... Além disso, todos os pecados e faltas já perdoados na Confissão deixam na alma uma dívida, um desequilíbrio que tem de ser reparado nesta vida ou na outra. E é possível que as disposições resultantes dos pecados já perdoados continuem enraizadas na alma à hora da morte, se não foram eliminadas por uma purificação constante e generosa nesta vida. Ao morrer, a alma percebe-as com absoluta clareza, e terá, pelo desejo de estar com Deus, um anelo imenso de livrar-se delas. O Purgatório apresenta-se então como a oportunidade única de consegui-lo.
Nesse lugar de purificação, experimentam-se uma dor e um sofrimento intensíssimos: um fogo “mais doloroso do que qualquer coisa que um homem pode sofrer nesta vida”4. Mas também se experimenta muita alegria, porque se sabe que se ganhou definitivamente a batalha e que o encontro com Deus virá mais cedo ou mais tarde.
A alma que está no Purgatório assemelha-se a um aventureiro no limiar de um deserto. O sol queima, o calor é sufocante, dispõe de pouca água; divisa ao longe, para além do grande deserto, a montanha onde se encontra o tesouro, a montanha onde sopram brisas frescas e onde poderá descansar eternamente. E põe-se a caminho, disposta a percorrer a pé aquela longa distância, ainda que o calor asfixiante a faça cair uma vez e outra. A diferença entre os dois está em que, no Purgatório, se tem a certeza de chegar à meta, por mais asfixiantes que sejam os sofrimentos.
Nós aqui na terra podemos ajudar muito essas almas a percorrerem mais depressa esse longo deserto que as separa de Deus. E ao mesmo tempo, com a expiação das nossas faltas e pecados, abreviaremos a nossa própria passagem por esse lugar de purificação. Se, com a ajuda da graça, formos generosos na prática da penitência, no oferecimento da dor e no amor ao sacramento do perdão, poderemos ir diretamente para o Céu. Isso é o que fizeram os santos. E eles nos convidam a imitá-los.
PODEMOS AJUDAR MUITO e de diversas formas as almas que se preparam para entrar no Céu e ainda permanecem no Purgatório. Sabemos que “a união dos que estão na terra com os irmãos que descansam na paz de Cristo não se interrompe de nenhuma maneira, antes pelo contrário vê-se fortalecida pela comunicação de bens espirituais”.
Desde sempre a Igreja ofereceu sufrágios e orações pelos fiéis defuntos. Santo Isidoro de Sevilha afirmava já no seu tempo que oferecer sacrifícios e orações pelo descanso dos defuntos era um costume observado em toda a Igreja. Por isso – assegura o Santo –, pensa-se que se trata de um costume ensinado pelos próprios Apóstolos.
A Santa Missa, que possui um valor infinito, é o que temos de mais valioso para oferecer pelas almas do Purgatório. Também podemos oferecer por elas as indulgências que lucramos na terra: as nossas orações, de modo especial o Santo Rosário, o trabalho, a dor, as contrariedades, etc. Esses sufrágios são a melhor maneira de demonstrarmos o nosso amor pelos nossos parentes e amigos e por todos os que nos precederam e esperam o seu encontro com Deus. Os nossos pais ocuparão sempre um lugar privilegiado nessas orações. Por sua vez, as almas do Purgatório também nos ajudam muito nesse intercâmbio de bens espirituais que é a Comunhão dos Santos. “As almas benditas do purgatório. – por caridade, por justiça e por um egoísmo desculpável – podem tanto diante de Deus! –, lembra-te delas com frequência nos teus sacrifícios e na tua oração.

ESFORCEMO-NOS POR FAZER penitência nesta vida, anima-nos Santa Teresa: “Quão doce será a morte daquele que de todos os seus pecados a tem feita, e não há de ir para o Purgatório!”.
As almas do Purgatório, enquanto se purificam, não adquirem mérito algum. A sua tarefa é muito mais áspera, difícil e dolorosa do que qualquer outra que exista na terra: sofrem todos os horrores do homem que morre no deserto... e, no entanto, isso não as faz crescer em caridade, como teria acontecido na terra se tivessem aceitado a dor por amor a Deus. Mas no Purgatório não há rebeldia: ainda que tivessem de permanecer nele até o fim dos tempos, submeter-se-iam de bom grado, tal o seu desejo de purificação.
Nós, além de aliviá-las e de abreviar-lhes o tempo de purificação, ainda podemos merecer e, portanto, purificar com mais rapidez e eficácia as nossas tendências desordenadas.
A dor, a doença, o sofrimento, são uma graça extraordinária do Senhor para repararmos as nossas faltas e pecados. A nossa passagem pela terra, enquanto esperamos o momento de contemplar a Deus, deveria ser um tempo de purificação. Com a penitência, a alma rejuvenesce e prepara-se para a Vida. “Não o esqueçais nunca: depois da morte, há de receber-vos o Amor. E no amor de Deus ireis encontrar, além disso, todos os amores limpos que houverdes tido na terra. O Senhor dispôs que passássemos esta breve jornada da nossa existência trabalhando e, como o seu Unigênito, fazendo o bem (At 10, 38). Entretanto, temos que estar alerta, à escuta daquelas chamadas que Santo Inácio de Antioquia notava na sua alma, ao aproximar-se a hora do martírio: Vem para junto do Pai, vem ter com teu Pai, que te espera ansioso”.
Como é bom e grande o desejo de chegar ao Céu sem passar pelo Purgatório! Mas deve ser um desejo eficaz, que nos leve a purificar a nossa vida, com a ajuda da graça. A nossa Mãe, que é Refúgio dos pecadores – o nosso refúgio –, obter-nos-á as graças necessárias se nos determinarmos verdadeiramente a converter a nossa vida num spatium verae poenitentiae, num tempo de reparação por tantas coisas más e inúteis.
Fonte: http://www.catequisar.com.br/texto/materia/celebracoes/finados/16.htm http://www.hablarcondios.org/meditacaodiariaseguinte.asp


domingo, 6 de novembro de 2011

Aniversário de Morte de Frank Duff

"Desde o primeiro momento, a Legião esteve nas mãos de Maria. Minha partida não vai alterar nada". Frank Duff


Frank Duff nasceu em Dublin, no dia 07/06/1889 e faleceu no dia 07/11/1980, aos 91 anos de idade. Aos 75 anos, Frank sofreu um acidente circulatório cerebral que felizmente não deixou sequelas. Ele estava preparado para morrer e não se preocupou com isso o mínimo que fosse. Contou depois a um amigo:” Sentia-me tão feliz ao pensar em encontrar-me de novo com a minha família, que fiquei decepcionado quando isto não se concretizou.”

A vigorosa saúde e assombrosa energia física que caracterizava o fundador da Legião e que o acompanhará ao longo dos anos, agora, começara a dar sinais de declínio. Os resfriados repetiam-se com frequência e cada vez mais se demoravam. Sua surdez aumentava ano após ano. Experimentou vários tipos de aparelhos para surdez existentes na época. Submeteu-se a duas cirurgias na tentativa de recuperar a capacidade de ouvir, mas com escasso resultado. Por outro lado, sua carga de trabalho era imensa, principalmente a volumosa correspondência, vinda dos mais diversos países onde a Legião de Maria se fazia presente e para qual Frank dedicava rigorosa e amorosa atenção. O único descanso a que se permitia, eram as excursões anuais em bicicleta, das quais voltava mais revigorado.

Sozinho, na “Casa de Montfort”, passava  seu tempo em estudo e orações, mas sempre  mantendo contato com as  instituições beneficentes, bem como os escritórios centrais da Legião, ali perto.  No dia 07 de novembro de  1980, ele  disse à legionária Nellie Jessup, que não iria almoçar na “Regina Coeli”, como de costume, mas estaria ali, para o chá das cinco. Não apareceu.  A senhora Nellie foi à “Casa de Montfort” e encontrou o grande e valoroso lutador em sua cama, braços cruzados, olhos abertos, fixando a estátua do Sagrado Coração, na parede.  Frank Duff, a quem muitos haviam descrito como “um dos grandes católicos do século XX”,  tinha ido receber seu prêmio na Eternidade.  


Eu creio que não será muito difícil ser santo, creio que se nos empenharmos a sério poderemos ser santos.” Frank Duff


Oração para pedir a beatificação de Frank Duff

Deus Pai, Vós inspirastes ao vosso servo Frank Duff, um profundo discernimento do mistério de vossa Igreja, Corpo de Cristo, e do lugar de Maria, Mãe de Jesus, nesse mistério. Em seu imenso desejo de compartilhar esse discernimento com outros e, com filial confiança em Maria, ele fundou uma Legião, para ser um sinal do maternal Amor da Virgem pelo mundo e um meio de engajar todos os seus filhos no trabalho de evangelização da Igreja. Nós vos agradecemos, Pai, pelas graças a ele concedidas e pelos benefícios advindos à Igreja, por sua corajosa e radiante fé. Agora, confiadamente, rogamos que, por sua intercessão, nos concedais a graça que agora vos suplicamos.... Humildemente vos pedimos, também que, se de acordo com Vossa Vontade, a santidade de sua vida possa ser reconhecida pela Igreja, o mais breve possível, para a glória de Vosso Nome. É o que vos pedimos, por Cristo, Nosso Senhor, Amém! (Com aprovação Eclesiástica)

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

As Almas dos Legionários Falecidos


Terminada a caminhada da vida, eis o legionário gloriosamente reclinado no leito da morte. Agora, é ele confirmado no serviço legionário e por toda eternidade. Esta eternidade foi a Legião que o ajudou a conquistar. Ela formou a essência e o molde de toda a sua vida espiritual. Pelo poder das suas orações, rezadas cada dia fervorosamente num só coração por todos os legionários Ativos e Auxiliares, a fim de que a Legião pudesse reunir-se no céu sem uma perda, ela ajudou-a a vencer os perigos e dificuldades de toda a sua longa vida. Que pensamento suave e consolador para todos os legionários! Neste momento, sofremos por termos perdido um companheiro e um amigo. Apressemo-nos a orar para que a alma deste soldado seja prontamente libertada do Purgatório.

Imediatamente depois do falecimento de um membro ativo, o Praesidium mandará rezar uma missa pelo seu eterno descanso; e todos os membros do Praesidium devem rezar ao menos uma vez as Orações da Legião, incluindo o Terço, pela mesma intenção. Estas obrigações, porém, não se estendem aos parentes dos legionários. Todos os legionários que o puderem fazer, e não só os do próprio Praesidium, deverão tomar parte na santa missa e no enterro.

Recomenda-se a reza do Terço e das outras orações legionárias durante o enterro. Isto poderá fazer-se imediatamente a seguir às orações oficiais da Igreja. Este costume, extremamente proveitoso ao falecido, é profundamente consolador para os seus parentes entristecidos, para os próprios legionários e para todos os amigos presentes.

Esperamos com confiança que as mesmas orações sejam rezadas mais de uma vez, durante o velório, e que não limitaremos a isto a nossa piedosa lembrança.

No mês de Novembro, cada Praesidium mandará celebrar uma missa pelos legionários falecidos, não só do Praesidium, mas de todo o mundo. Nesta ocasião como em todas as outras em que se reza por eles, incluiremos nessas intenções os diversos graus de membros da Legião.

“O Purgatório faz parte do Reino de Maria. Lá se encontram também alguns dos seus filhos que, em dolorosos momentos de aflição, esperam o nascimento para a glória eterna. S. Vicente Ferrer, S.Bernardino de Sena e Luís de Blois e outros, declaram explicitamente que Maria é Rainha do Purgatório; e S. Luís Maria de Montfort convida-nos a pensar e agir de acordo com esta crença. Quer que ponhamos nos braços da Maria o valor das nossas preces e satisfações. Promete-nos em recompensa, um benefício mais abundante a favor das almas que nos são queridas, do que no caso de lhes aplicarmos diretamente as nossas orações” (Lhoumeau: Vida Espiritual na Escola de S. Luís Maria de Montfort).

Fonte: Manual da Legião de Maria, pág. 102.