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quinta-feira, 6 de março de 2014

Campanha da Fraternidade 2014

Os subsídios da Campanha da Fraternidade 2014 já estão disponíveis nas Edições CNBB. São diversos materiais como o manual, texto base, via sacra, celebrações ecumênicas, folhetos quaresmais, CD e DVD, banner, cartaz, entre outros. Com o objetivo de trabalhar os conteúdos da campanha nas escolas, foram produzidos também subsídios de formação voltados aos jovens do ensino fundamental e médio, além de encontros catequéticos para crianças e adolescentes.
O cartaz da CF 2014, que se encontra disponível para download, traz o tema “Fraternidade e Tráfico Humano” e lema “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1). Os demais produtos podem ser adquiridos no site: www.edicoescnbb.org.br ou pelo telefone: (61) 2193.3001.
Entenda o significado do cartaz:
1-O cartaz da Campanha da Fraternidade quer refletir a crueldade do tráfico humano. As mãos acorrentadas e estendidas simbolizam a situação de dominação e exploração dos irmãos e irmãs traficados e o seu sentimento de impotência perante os traficantes. A mão que sustenta as correntes representa a força coercitiva do tráfico, que explora vítimas que estão distantes de sua terra, de sua família e de sua gente.
2-Essa situação rompe com o projeto de vida na liberdade e na paz e viola a dignidade e os direitos do ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus. A sombra na parte superior do cartaz expressa as violações do tráfico humano, que ferem a fraternidade e a solidariedade, que empobrecem e desumanizam a sociedade.
3-As correntes rompidas e envoltas em luz revigoram a vida sofrida das pessoas dominadas por esse crime e apontam para a esperança de libertação do tráfico humano. Essa esperança se nutre da entrega total de Jesus Cristo na cruz para vencer as situações de morte e conceder a liberdade a todos. “É para a liberdade que Cristo nos libertou” (Gl 5, 1), especialmente os que sofrem com injustiças, como as presentes nas modalidades do tráfico humano, representadas pelas mãos na parte inferior.
4-A maioria das pessoas traficadas é pobre ou está em situação de grande vulnerabilidade. As redes criminosas do tráfico valem-se dessa condição, que facilita o aliciamento com enganosas promessas de vida mais digna. Uma vez nas mãos dos traficantes, mulheres, homens e crianças, adolescentes e jovens são explorados em atividades contra a própria vontade e por meios violentos. (Fonte: CF 2014).

Fonte: http://www.cnbb.org.br/campanhas-1/fraternidade/12900-cnbb-divulga-cartaz-e-os-subsidios-da-campanha-da-fraternidade-2014-fraternidade-e-trafico-humano


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Campanha da Fraternidade 2013: Fraternidade e Juventude

Introdução

Juventude expressa jovialidade. Jovialidade vem de duas palavras: jovial e idade. Idade significa essência, força, vigor. Jovial vem de Jovis, o nome com que os gregos designavam o deus supremo, o deus da força. Jovialidade é, pois, o vigor, a essência de ser jovem, expressa o sentido de vigor de Deus, força de Deus.

A Igreja no Brasil ao repropor Juventude como o tema da CF deseja refletir, rezar com os jovens, reapresentando-lhes o Evangelho como o sentido de vida e, ao mesmo tempo, como missão. Pois o Evangelho é nossa vida e nossa existência. A CF é um convite para irmos ao encontro dos jovens e, ao mesmo tempo, é um convite aos jovens para se deixarem encontrar por Jesus Cristo.

Jovens seguidores de Cristo

No processo de constituição de sua identidade, é natural que cada jovem se coloque à procura de referências relevantes. A busca de modelos pelos jovens é uma porta que se abre para lhes apresentarmos a pessoa de Jesus Cristo. Nesse sentido, um importante desafio da evangelização junto aos jovens consiste em ajuda-los a escutar a voz de Cristo em meio a tantas outras vozes.

O encontro real com Jesus responde às buscas existenciais, provoca entusiasmo, é uma experiência que suscita o discipulado missionário. O seguimento é fruto de uma fascinação, o discípulo é alguém apaixonado por Cristo, a quem reconhece como mestre que o conduz e acompanha (Cf. DA 277). Jesus, na sua juventude, também procurava os mestres e se reunia com sua comunidade. É na comunidade, partilhando a vida, ouvindo as palavras de Jesus que os jovens vão compreender o sentido da vida no plano pessoal e coletivo.

O projeto de Jesus é modelo de projeto de vida para os jovens, pois seu jeito de viver orienta o nosso viver! Jesus viveu para amar. Não viveu para si mesmo, mas para os seus. Jesus é alguém que veio ensinar, primeiramente, não uma doutrina, mas uma nova maneira de ser e de estar no mundo, transformando-o de acordo com os valores do Reino.

A Igreja e o jovem

A Igreja no Brasil entende que o jovem se constitui em um “lugar teológico”, isto é, acolhe a voz de Deus que fala por ele. De fato, Deus nos fala pelo jovem. Por isso é preciso acolher os jovens, como Jesus Cristo e proporcionar-lhes condições de vida e amadurecimento.

Todas as estruturas eclesiais são, portanto, convocadas a assumir como sua tarefa de expressar afetiva e efetivamente a opção preferencial pelos jovens, especialmente pelos mais empobrecidos (Texto Base 196).

A Igreja, em seu papel de Mãe na fé e Mãe educadora é a grande catequista dos jovens ajudando-os a crescer diante de Deus e dos seres humanos e ensinando-os a vivenciar o Evangelho como dom e tarefa na transformação do mundo. Faz-se necessário, sobretudo nos tempos atuais, uma catequese que ajude os jovens a assumir seu papel na comunidade eclesial e na sociedade. Os jovens precisam fazer a experiência da fé, muito mais do que apenas compreendê-la racionalmente.

A Igreja deve ser para o jovem o lugar do conhecimento e da experiência, do encontro e da amizade. Espaço propício para essa educação são os grupos de jovens, pastorais da juventude, movimentos, novas comunidades, etc. Esses espaços educativos e evangelizadores devem ser incentivados, apoiados e desenvolvidos em todas as nossas comunidades.

Como ministros dos sagrados mistérios, os Pastores devem ser os primeiros a acolher os jovens e servi-los em suas necessidades. Os consagrados, os catequistas, os missionários, os seminaristas, os leigos e os próprios jovens são convidados a se inserir profundamente nas estruturas dessa mudança de época, a encontrar novas linguagens para o anúncio do Evangelho, a testemunhar o amor de Jesus a cada jovem, a utilizar os recursos modernos de comunicação, das artes, dos esportes, enfim, tudo aquilo que possa ser útil e recomendável à consciência cristã.
Jovens protagonistas

O protagonista é aquele que participa da sociedade e da Igreja de modo a influir significativamente nas transformações que fazem o mundo melhor. Sem o protagonismo o jovem não é motivado para assumir responsabilidade, para tomar iniciativa e para desenvolver habilidades de liderança. A juventude deve ser encorajada a assumir um papel de liderança e ousadia, para testemunhar a nova evangelização.

O protagonismo dos jovens é complementado e enriquecido pela assessoria, pelo preparo e pela experiência de adultos. Esse caminho deve ser trilhado de forma conjunta, fortalecendo o dialogo. A possível desconfiança de leigos e religiosos em relação ao potencial da juventude, para estar à frente de diferentes responsabilidades deve ceder lugar à confiança e ao caminhar junto.
 Pistas de ação

Despertar os jovens para o profundo sentido da consciência humana, que apela sempre para o que há de mais digno, justo e belo;

Proporcionar aos jovens oportunidades de diálogo com os pais, com os professores, com os sacerdotes, com os consagrados, com os seminaristas, com os catequistas, a respeito de seus projetos, de sua vocação, de seus desafios, de seus medos e de seus sonhos;

Auxiliar os jovens a se compreender nessa mudança de época e a tomar consciência da realidade da cultura midiática em que se encontram, percebendo valores, desafios e perigos;

Favorecer condições para que os jovens se abram à preciosidade da espiritualidade e da mensagem cristã, ao encontro profundo e sincero com Jesus Cristo;

Incentivar os jovens a produzir, em linguagem midiática, mensagens para serem veiculadas no formato de clipping eletrônico, videoclipes para o Youtube e para outras redes sociais.

Cuidar para que sejam propiciados aos jovens espaços e momentos para o seu encontro pessoal com Cristo;

Organizar com carinho e com profundidade a catequese de iniciação cristã. A difusão do catecismo jovem (Youcat) tem sido algo válido em muitas dioceses e possibilita ao jovem o conhecimento dos conteúdos fundamentais da fé cristã;

Promover, nas universidades, debates sobre a relação entre razão e fé, ciência e fé, sobre temas atuais relevantes, etc;

Utilizar nas dioceses e paróquias, segundo suas condições, os novos recursos midiáticos de comunicação, não só para o anúncio do Evangelho e divulgação dos eventos pastorais, mas também para uma catequese mais viva e atraente e para uma formação universitária mais abrangente. A novidade do Evangelho pode ser ainda mais atraente quando utilizamos meios modernos de apresentação virtual e dinâmica;

Valorizar e acolher os jovens, que devem ser vistos não só como o futuro da Igreja e da Humanidade, mas como o presente. Plenos de riqueza e de potencialidade, eles são fonte de testemunho de um verdadeiro amor a Cristo e à Igreja;

Reconhecer os jovens como sujeitos de direito, cuja voz deve ser ouvida, acolhida e respeitada;

Oferecer aos jovens canais de participação e envolvimento nas decisões nas instâncias eclesiais;

Preparar os jovens para o diálogo inter-religioso, para que desenvolvam o sentido da fraternidade universal dos seres humanos diante de Deus, do respeito às diferenças e principalmente na resolução de conflitos familiares por disparidade de culto, sabendo respeitar as diversidades das experiências religiosas de nosso povo;

Utilizar as redes para fomentar, divulgar e infundir o bem comum, com fóruns, debates e discussões via Web; reconhecer e favorecer o protagonismo juvenil na cultura midiática. Os jovens devem organizar encontros de formação para educar seus companheiros e outras pessoas ao uso sadio e educativo das novas mídias. 

Elaborado por Marcio Canteli, com base no Texto Base da CF
Fonte: http://blogdocanteli.blogspot.com.br/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Campanha da Fraternidade 2012


Desde 1964, cada ano, durante a Quaresma, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil apresenta a Campanha da Fraternidade. Cada Campanha da Fraternidade tem um Tema e um Lema. A Campanha para o ano 2012 tem como Tema: “A Fraternidade e a Saúde Pública” e como Lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra” (cf. Eclo 38,8).

O Objetivo Geral da Campanha da Fraternidade de 2012 é: “Refletir sobre a realidade da saúde no Brasil em vista de uma vida saudável, suscitando o espírito fraterno e comunitário das pessoas na atenção dos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema público de saúde” (p. 12 do Texto-Base). Além do objetivo geral a Campanha da Fraternidade para 2012 apresenta seis objetivos específicos. Estes são:

a)           Disseminar o conceito de bem vier e sensibilizar para a prática de hábitos de vida saudável;

b) Sensibilizar as pessoas para o serviço aos enfermos, o suprimento de suas necessidades e a integração na comunidade;

c) Alertar para a importância da organização da pastoral da Saúde nas comunidades: criar onde não existe, fortalecer onde está incipiente e dinamizá-la onde ela já existe;

d) Difundir dados sobre a realidade da saúde no Brasil e seus desafios, como sua estreita relação com os aspectos sócio-culturais de nossa sociedade;

e) despertar nas comunidades a discussão sobre a realidade da saúde pública, visando à defesa do SUS e a reivindicação do seu justo financiamento;

f) Qualificar a comunidade para acompanhar as ações da gestão pública e exigir a aplicação dos recursos públicos com transparência, especialmente na saúde (cf. p. 12 do Texto-Base da CF).

O texto base é dividido em três partes e uma conclusão olhando para o futuro. A primeira parte é titulada “Fraternidade e a Saúde Pública” e oferece um panorama atual da Saúde no Brasil. A primeira parte do Texto-Base afirma que os temas da saúde e da doença exigem uma abordagem ampla e sugere a proposta apresentada pelo “Guia para a Pastoral da Saúde”, elaborada pela Conferência Episcopal Latino-Americano (CELAM). O GPS depois de dizer que a saúde é afirmação da vida e um direito fundamental que os Estados são obrigados a garantir, o referido documento define saúde assim: “Saúde é um processo harmonioso de bem-estar físico, psíquico, social e espiritual, e não apenas a ausência de doença, processo que capacita o ser humano a cumprir a missão que Deus lhe destinou, de acordo com a etapa e a condição de vida em que se encontre” (cf. p.15 do Texto-Base e Guia para a Pastoral da Saúde na América Latina e no Caribe, CELAM, Centro Universitário São Camilo, São Paulo, 2010, ns 6-7).

A primeira parte do Texto-Base também conta com algumas tabelas e quadros interessantes mostrando: o melhoramento da taxa de mortalidade infantil nos últimos anos, o crescimento da população idosa, percentual de partos cesáreos, dados sobre obesidade, hipertensão arterial que atinge 44.7 milhões de pessoas, estimativas para várias formas de câncer e a evolução da freqüência de consumo abusivo de bebida alcoólico etc. (cf. Texto-Base: S. 21, 23, 24, 31, 33, 35 e 43).

A segunda parte é titulada “Que a Saúde se Difunda Sobre a Terra”. Aborda doença no Antigo e Novo Testamento. Aborda Jesus curando os doentes. Diz o Evangelho: “Jesus percorria toda a Galileia, ensinando nas sinagogas deles, anunciando a Boa Nova do Reino e curando toda espécie de doença e enfermidade do povo” (cf. Mt 4, 23). O Texto apresenta a parábola do bom samaritano como paradigma de cuidado. Trata também do “ horizonte humano e teológico do sofrimento” e os enfermos no seio da Igreja. Há também uma referência a Unção dos Enfermos, o sacramento da cura.

A terceira parte ofereça “Indicações para a Ação Transformadora no Mundo da Saúde”. Analisa a atual Pastoral da Saúde da Igreja e o papel dos agentes da mesma. Uma área importante encontrada na terceira parte do texto aborda a dignidade de viver e morrer. Trata com clareza de problemas como: eutanásia, distanásia e ortotanásia. Cite o Código de Ética Médica de 17 de setembro de 2009 e o pronunciamento do Santo Padre Bento XVl sobre estes assuntos. Além das propostas de ação da Igreja Católica na área de saúde, esta parte ofereça também “Propostas Gerais para SUS”.

A Conclusão mostra como, ao longo dos últimos anos, houve mudança no conceito de saúde: de ‘caridade’ para ‘direito’, e lamenta que esse direito está sendo “transformado em negócio” num mercado sem coração. Afirma também que no âmbito da saúde, faz-se necessário aprofundar e colocar em prática a chamada “bioética dos 4 Ps”: Promoção da saúde, Prevenção de doenças; Proteção das vulneráveis presas fáceis de manipulação e Precaução frente ao desenvolvimento biotecnológico. O texto base termina com três anexos importantes: (i) A relevante trecho da Constituição Federal: a saúde como direito de todos e dever do Estado; (ii) O Serviço de preparação e animação da Campanha da Fraternidade; e (iii) O Gesto Concreto de fraternidade, partilha e solidariedade feito em âmbito nacional. O Texto-Base termina com uma rica bibliografia.


Pe. Dr.Brendan Coleman Mc Donald C.Ss.R., Assessor da CNBB Reg. NE1

Fonte: PortalKairos.net



Oração da Campanha da Fraternidade 2012

Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos
pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho Jesus Cristo,
em sua misericórdia, assumiu a cruz dos enfermos
e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o Vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja, para que ela, pela conversão
se faça sempre mais, solidária às dores e enfermidades do povo,
e que a saúde se difunda sobre a terra.
Amém.



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Que a saúde se difunda sobre a Terra


A Igreja Católica lançará, na quarta-feira de cinzas, a Campanha da Fraternidade 2012, com o tema “Fraternidade e Saúde Pública” e o lema “Que a saúde se difunda sobre a terra”. (Eclo 38,8).

O objetivo geral dessa campanha é promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas para esta área. Além de contribuir para a qualificação, fortalecimento e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS), desenvolvendo assim, a melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a nossa Constituição Federal, a saúde é um dos direitos fundamentais do ser humano, sendo, inclusive, um dever do Estado. Um estado em completo bem estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença. Nossa saúde depende de muitos fatores, como por exemplo, das condições sociais, históricas, econômicas e ambientais em que vivemos, e de escolhas que fazemos no nosso dia a dia.

A Constituição Federal ainda diz que as ações e serviços públicos são de responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS). E é aqui que as coisas não vão bem. O relatório ‘Estatísticas de Saúde Mundiais 2011’, divulgado pela OMS, mostra que o governo brasileiro está entre os 24 países que destina uma das menores proporções de seu orçamento à saúde, inferior inclusive à média africana.

Para se ter ideia, em 2008, 6% do orçamento nacional foi para a saúde. Nos países ricos, essa taxa chega a 16,7%, quase 17% como no Canadá. Os dados ainda revelam que 56% dos gastos com a saúde no Brasil vem de poupanças e rendas da população.

Apesar de estar longe do ideal, é preciso reconhecer que a saúde vem se organizando no Brasil. O SUS é considerado o melhor sistema público de saúde do mundo, com políticas públicas claras e estabelecidas. (...) Esse sistema atende hoje cerca de 80% da população do país, com cerca de 60 mil unidades ambulatoriais, 6 mil hospitais e 440 mil leitos hospitalares espalhados pelo país.

É hora de uma reflexão nacional para que grupos, instituições e a população em geral proponham soluções e melhorias que beneficiem a todos.

O Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer, durante lançamento da campanha no Regional Sul I da CNBB, enfatizou que é preciso toda a sociedade se mobilizar em colaboração com o Estado para possibilitar um atendimento digno e igualitário, especialmente àqueles que não têm acesso à assistência.

Em suma, a Campanha da Fraternidade deseja chamar a atenção para o cuidado com o doente, a prática de hábitos de vida saudáveis, estimular e fortalecer a mobilização popular em defesa do SUS, e promover a participação popular nos espaços de controle, fiscalização e deliberação das políticas públicas de saúde.

Fonte: Ronaldo da Silva, Jornalista, repórter, Diretor da Rádio Canção Nova.
(Com adaptação)