terça-feira, 17 de abril de 2012

Arquidiocese de Maringá divulga nota sobre o cartaz da parada gay

Referente ao cartaz sobre a parada gay, que utiliza a figura da Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, a Arquidiocese de Maringá tem a declarar:
1 - A Igreja Católica não tem a pretensão de domesticar a sociedade, impondo-lhe seus princípios e valores.
2 - A Igreja entende-se portadora de uma mensagem de salvação destinada ao verdadeiro bem da sociedade.
3 - A Igreja defende que sua pregação é uma proposta livre, apesar da diversidade social existente, que ela respeita, ainda que nem sempre concorde com todos os modelos de comportamento.
4 - A Igreja afirma que a Catedral Basílica Menor Nossa Senhora da Glória, antes de símbolo de Maringá, é um símbolo religioso da fé da maioria dos maringaenses.
5 - Por essa razão, lamenta o uso dado ao cartaz aludido, que confronta com o pensamento e a opinião religiosa da parcela maior da comunidade maringaense.
A Arquidiocese de Maringá, representando todos aqueles que se sentem ofendidos na sua fé, vem respeitosamente solicitar a retirada do referido cartaz de todos os meios de comunicação.
Invocando de Deus as bênçãos para todos, a fim de vivermos em clima de harmonia e respeito mútuo,
Dom Anuar Battisti
Arcebispo Metropolitano
Maringá, 16 de abril de 2012.


Símbolo de Fé dos Católicos da região de Maringá

domingo, 15 de abril de 2012

II Domingo da Páscoa - Domingo da Divina Misericórdia

Terço da Misericórdia no dia 15 de abril de 2012 na Igreja Matriz de Cruzeiro do Sul – Paraná, às 15:00 h.


Divina Misericórdia


O Papa João Paulo II, em Maio de 2000, instituiu a Festa da Divina Misericórdia para toda a Igreja, decretando que a partir de então o segundo Domingo da Páscoa se passasse a chamar Domigo da Divina Misericórdia. Segundo os católicos, por meio desta apóstola da Misericórdia, a Irmã Faustina Kowalska, Jesus prometeu: "Neste dia, estão abertas as entranhas da minha Misericórdia. Derramo todo um mar de graças sobre as almas que se aproximam da fonte da Minha Misericórdia. A alma que se confessar e comungar alcançará o perdão das penas e culpas. Neste dia, estão abertas todas as comportas divinas pelas quais fluem as graças. Que nenhuma alma tenha medo de se aproximar de mim".

Elementos da devoção



Jesus Cristo não apenas ensinou a Irmã Faustina Kowalska os pontos fundamentais da confiança e da misericórdia para com os outros, mas também revelou maneiras especiais para vivenciar a resposta à Sua Misericórdia. A isso chamam de devoção à Divina Misericórdia. A palavra "devoção" significa o cumprimento das nossas promessas. É uma entrega da vida ao Senhor, que é a própria Misericórdia.

Entregando as vidas à Divina Misericórdia - ao próprio Jesus Cristo - a pessoa se torna instrumento da Sua Misericórdia para com os outros, assim podendo vivenciar o mandamento Bíblico:
Sede misericordiosos como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6,36).

Acreditam ainda, que, através da Irmã Faustina Kowalska, Jesus Cristo deu aos fiéis meios especiais de fazer uso da Sua Misericórdia:

Esses meios especiais são, segundo os devotos, um acréscimo ao Sacramento da Eucaristia e da Reconciliação que foram dados à Igreja.

Em uma visão, a Serva de Deus compreendeu que Deus abençoa a Terra por causa de Jesus. Ela escreve: “Vi uma grande claridade e nela Deus Pai. Entre essa claridade e a Terra percebi Jesus pregado na Cruz e de tal maneira que Deus, querendo olhar para a Terra, tinha que olhar através das Chagas de Jesus. E compreendi que somente por causa de Jesus, Deus está abençoando a Terra”.
           
Uma forma de culto à Misericórdia Divina, que lembra a paixão de Jesus, é a recordação da hora em que se deu a morte redentora na Cruz. È a hora do último suspiro; hora em que tufo “foi consumado”; hora em que se reconhece o tormento de uma Mãe dolorosíssima; hora, enfim em que o pensamento de Cristo se eleva, mesmo no momento do golpe da lança no seu peito fazendo jorrarem “Sangue e Água como fonte de Misericórdia para nós”. É a hora na qual o Reino de Deus foi aberto para cada homem, como ao ladrão arrependido.
           

O TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA


Em 13 de setembro de 1935, Irmã Faustina escreveu: “Vi um Anjo que era o executor da ira de Deus... Quando vi este sinal da ira divina, que deveria atingir a terra, comecei a pedir ao Anjo que se detivesse por alguns momentos, que o mundo faria penitência”. As suas orações se revelaram de início impotentes. Então a Serva de Deus, diante da imprevista manifestação da Santíssima Trindade, começou a implorar com profundo recolhimento a Deus em favor do mundo. A sua oração correspondia às palavras que lhe vinham sugeridas interiormente: Eterno Pai, eu /vos ofereço o Corpo e Sangue, Alma e Divindade do vosso diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e do mundo inteiro. Pela sua dolorosa Paixão, tende misericórdia de nós.
            Enquanto a Irmã seguia repetindo a oração que lhe foi misteriosamente inspirada, o Anjo se revelava impotente para executar o castigo para o qual fora designado.
            No dia seguinte, ao entrar na capela, a Irmã recebeu instruções de uma voz interior que lhe pedia repetir a oração que ouvira no dia anterior cada vez que se dirigisse ao Santíssimo Sacramento. Isso explica o conteúdo tão revelantemente eucarístico daquela invocação. Finalmente, Irmã Faustina teve uma nova inspiração referente à oração acima. Foi-lhe dito para rezar as mesmas palavras em forma de terço, as quais vão repetidas nas contas do nosso terço.

COMO REZAR: O TERÇO À DIVINA MISERICÓRDIA
           
Para ser rezado nas contas do terço.

No começo: Fazer o Sinal da Cruz e rezar: o Pai Nosso, Ave Maria e o Creio.

A seguir, nas contas grandes (do Pai-Nosso), rezamos:

Eterno Pai, eu Vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e a Divindade do Vosso Diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos do mundo inteiro.

Nas contas pequenas (da Ave-Maria), rezamos:

Pela Sua dolorosa Paixão; tende misericórdia de nós e do mundo inteiro.

E no final do terço rezamos três vezes:

Deus Santo, Deus Forte, Deus Imortal, tende piedade de nós e do mundo inteiro.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Orações no Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz


As orações no Bosque neste dia 13 de abril tiveram início às 13:30 h com a reza da Novena das 90 Salve Rainhas e em seguida a reza do Terço.

Às 15:00 h teve início a Celebração da Palavra celebrada pelas Ministras Extraordinárias da Comunhão Eucarística – Genice e Zenita. A celebração foi enriquecida com cânticos religiosos.



Meditando a liturgia da palavra a ministra Genice fez referência ao Evangelho onde: É a terceira vez que Jesus ressuscitado aparece aos discípulos. Ele está vivo! Ele aparece na praia, entrando no quotidiano dos apóstolos, onde estavam trabalhando. Começava a clarear. À noite não pescaram nada. Quando Jesus chega, "começa a clarear". Quer dizer, as coisas melhoram e melhoram muito: a pesca foi grande - 153 peixes grandes! Sem Jesus não podemos muito ou nada. Com ele, tudo! Inclusive, Jesus nos convida para comer. Ele quer ser nosso alimento. Jesus participa do nosso quotidiano, de nossas dificuldades e conquistas.
Em seguida foi rezado o Pai Nosso e distribuída a Sagrada Comunhão. A Consagração a Nossa Senhora foi cantada por todos os presentes.

Após a benção final, todos se despediram de Nossa Senhora com muito amor.



O dia foi encerrado com a oração “Maria passa na frente” a pedido de uma devota de Nossa Senhora. Ao final houve “chuva” de graças.


Deus nos dá vários sinais, deixando na terra
locais especiais...

quinta-feira, 12 de abril de 2012

13 de Abril – Orações no Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz


Maria, nossa mãezinha
Nos convida à união
Sua presença nos une
Faz-nos sempre mais irmãos.
(Pe. Marcelo Rossi)

A Legião de Maria convida a todos para rezarmos juntos com Maria, a partir das 13:30h no Bosque Nossa Senhora Rainha da Paz. As orações terão início com as 90 Salve Rainhas, em seguida o Terço e às 15:00 h, Celebração da Palavra.

Ficaremos muito felizes com vossa presença!
 

terça-feira, 10 de abril de 2012

Maringá realiza Vigília de Oração pela Vida contra o aborto de anencéfalos


Atendendo ao pedido do Arcebispo de Maringá, Dom Anuar Battisti, um grupo da Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Maringá, fará hoje (10) a partir das 20h um grande momento de Oração pela Vida e contra a proposta de descriminalização do aborto de anencéfalos – casos em que o feto tem má formação no cérebro. A recomendação para que as dioceses de todo o Brasil façam vigílias de oração foi encaminhada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O grupo de oração Raio de Luz, que promove a vigília, se reúne todas às terças-feiras no auditório Dona Guilhermina, próximo à Catedral de Maringá. Todos os grupos de oração e de reflexão são chamados a realizar momentos de oração por esta causa.

Amanhã (11) o Supremo Tribunal Federal (STF) realiza o julgamento sobre a descriminalização do aborto de anencéfalos. Em agosto de 2008, por ocasião do primeiro julgamento do caso, a CNBB publicou uma nota que explicita a sua posição. “A vida deve ser acolhida como dom e compromisso, mesmo que seu percurso natural seja, presumivelmente, breve. (...) Todos têm direito à vida. Nenhuma legislação jamais poderá tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito. Portanto, diante da ética que proíbe a eliminação de um ser humano inocente, não se pode aceitar exceções".

Na edição de domingo (8) o jornal O Diário publicou a seguinte declaração do Padre Luiz Antonio Bento (foto), da Arquidiocese de Maringá, pós-doutor em Bioética, membro da Comissão de Bioética da CNBB e professor da Uningá e da PUCPR. “O que está em jogo é a vida de crianças que não têm uma parte do cérebro e, por isso, a possibilidade de vida pós-nascimento é curta. Temos registrado em literatura crianças que viveram até um ano e dois meses, portanto, é um erro científico afirmar que todas morrem após o parto. Somos favoráveis à vida e contrários ao aborto em qualquer circunstância. Propomos que existam cuidados paliativos para melhorar a qualidade de vida das crianças e confortar os pais.

Não podemos ser indiferentes à angústia da mãe, mas esse sofrimento não justifica ou autoriza o sacrifício da vida do filho. Se o feto tivesse má-formação que o impedisse de nascer vivo, a premissa poderia ter algum embasamento, mas não é o caso. É preciso escolher entre a medicina que cura ou medicina que mata. O aborto é uma barbárie, é escala para instalação da câmara de extermínio de recém-nascidos defeituosos. O aborto dessas crianças é fruto de uma sociedade que busca a perfeição do corpo e julga o anencéfalo como uma pessoa indesejada. Implantar o aborto na sociedade é implantar uma espécie de nazismo, e a gente já sofreu muito por esse tipo de prática.”

Fonte: www.cnbb.org.br

sábado, 7 de abril de 2012

Encenação da Via-Sacra

Os Legionários do Praesidium Juvenil Nossa Senhora de Fátima encenaram na última Sexta-feira Santa a 12ª Estação da Via-Sacra: Jesus morre na cruz.


12ª Estação – Jesus morre na Cruz

Preso a cruz, Jesus tem dificuldade para respirar. O seu corpo está exausto; seu coração bate devagar, até parar. Ele está morto.

Jesus humilhou-se, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz.
Ao assumir a condição humana, Jesus se entrega totalmente. Seu amor é infinito e traz a salvação. A sua morte é a manifestação mais profunda da misericórdia divina.
Ele nos reconciliou pela morte de seu corpo humano, para que nos apresentemos santos e imaculados aos olhos do Pai.
Senhor, nós nos comprometemos a lutar por saúde e para todos, principalmente por aqueles que sofrem sem atendimento médico, chegando a morte.
Ajudai-nos a fazer com “que a saúde se difunda sobre a terra”.


Adoração ao Santíssimo Sacramento


“Considerai a hora da Adoração que vos cabe, como uma hora de paraíso, ide a ela como se vai ao céu...”

Os membros da Legião de Maria de Cruzeiro do Sul fizeram uma hora de Adoração ao Santíssimo na noite da vigília (00:00 às 01:00 h). Este foi um momento de reflexão, de confidência com Deus que está presente em nosso meio.  Foi um momento de meditar as dores de Nossa Senhora desde o nascimento de Jesus até sua morte no calvário. Foi o momento de estarmos com Jesus Cristo, vivo e presente na Eucaristia, permitindo que Ele penetre  fundo em nosso coração e em nossa vida.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Adoração ao Santíssimo Sacramento - Contemplando as Sete Dores de Nossa Senhora


A Legião de Maria de Cruzeiro do Sul convida a todos para participarem da Adoração ao Santíssimo Sacramento na noite da vigília (de Quinta para Sexta-feira Santa), das 00:00 às 01:00h, onde meditaremos as setes dores de Nossa Senhora.

“Na anunciação, Maria dá no seu seio a natureza humana ao filho de Deus; aos pés da Cruz, em João, recebe no seu coração toda a humanidade. Mãe de Deus desde o primeiro instante da encarnação, ela torna-se mãe dos homens nos últimos momentos da vida do Filho, Jesus” (João Paulo II)


Adoração ao Santíssimo Sacramento - Contemplando as Sete Dores de Nossa Senhora


Em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Todos: Amém!

Este é um momento de reflexão, de confidência com Deus que está presente em nosso meio. É momento de estarmos com Jesus Cristo, vivo e presente na Eucaristia, permitindo que Ele penetre fundo em nosso coração e em nossa vida. Para isso nos reunimos em nome da Santíssima Trindade.

Ó Jesus Crucificado que com infinito amor quisestes sacrificar a vida pela nossa salvação, aqui viemos para vos agradecer tão grande bondade, mediante nossa entrega, arrependimento e conversão.

Cântico: Tão sublime Sacramento, adoremos neste altar, Pois o Antigo Testamento deu ao Novo seu lugar.
Venha a fé por suplemento os sentidos completar.
Ao eterno Pai cantemos e a Jesus, o Salvador.
Ao Deus Uno, e Trino demos a alegria do louvor. Amém!

Na Semana Santa temos a oportunidade de refletir e viver os mistérios da redenção, dos quais Nossa Senhora esteve sempre próxima, experimentando, a Imaculada, aflitivas dores, magnificadas no acontecimento do calvário. À Maria, sofrendo na presença de Jesus crucificado, e por todas as suas dores, pode se aplicar a exclamação trazida de sofrimento do livro das lamentações: “A quem te comparar, ó virgem filha de Sião? É imensa, como o mar, tua aflição.

Cântico:  Imaculada Maria de Deus, coração pobre acolhendo Jesus! Imaculada Maria do povo, mãe dos aflitos que estão junto a cruz!
a) Um coração que era sim para a vida, um coração que era sim para o irmão. Um coração que era sim para Deus, Reino de Deus renovando esse chão.

Dirigente: Meditemos as Sete Dores de Nossa Senhora:

1ª Dor: “Quanto a ti, uma espada de dor transpassará a tua alma” (Lc 2,35)
Senhor, ao ouvir a profecia de Simeão, admiramos a fé serena e a fortaleza de Maria, nascidas da consciência do sentido de suas dores. Concedei a todos nós, a sabedoria e a coragem, para sabermos enfrentar os sofrimentos do mundo de hoje.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: A Ti meu Deus, elevo meu coração,
Elevo as minhas mãos, meu olhar, minha voz.
A Ti meu Deus, eu quero oferecer meus passos
E meu viver, meus caminhos, meus sofrer.
A Tua ternura Senhor, vem me abraçar.
E a Tua bondade infinita me perdoar.

Vou ser o Teu seguidor, e Te dar o meu coração Eu quero sentir o calor de Tuas mãos.
A Ti, meu Deus, que és bom e que tens amor,
Ao pobre, ao sofredor, vou servir e esperar.
Em Ti, Senhor, humildes se alegrarão,
Cantando a nova canção de esperança e de paz.

2ª Dor: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito” (MT 2,13)
A defesa da vida de Jesus, ameaçada por Herodes, obriga Maria e José a fugirem para o Egito com o menino. Nós te pedimos, ó Maria, que intercedas por nós, para que os sofrimentos do dia a dia, não nos façam desistir de lutar por um mundo mais justo e fraterno, buscando com fidelidade e coragem, a defesa da vida.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Me chamaste para caminhar na vida contigo, decidi para sempre seguir-te, não voltar atrás.
Me puseste uma brasa no peito e uma flecha na alma, é difícil agora viver sem lembrar-me de Ti.
Te amarei, Senhor (bis),  eu só encontro
a paz e a alegria bem perto de Ti (2x)
Eu pensei muitas vezes parar e não dar nem resposta. Eu pensei na fuga esconder-me, ir longe de Ti, mas Tua força venceu e ao final eu fiquei seduzido. É difícil agora viver sem saudades de Ti.
Ó Jesus, não me deixes jamais caminhar solitário,
pois conheces a minha fraqueza e o meu coração.
Vem ensina-me a viver a vida na Tua presença,
no amor dos irmãos, na alegria, na paz, na união.

3ª Dor: “...quando voltaram, o menino Jesus ficou em Jerusalém” (Lc 2,42)
Contemplando o sofrimento de Maria quando perde Jesus no templo, nos unimos a ela, para estarmos em comunhão com tantas famílias que sofrem a perda de seus filhos.
Concedei-nos Maria, a graça de ir ao encontro dos que se perdem, na busca do sentido da vida.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Quem nos separará? Quem vai nos separar?Do amor de Cristo, quem nos separará?
Se Ele é por nós, quem será, quem será contra nós?Quem vai nos separar do amor de Cristo, quem será?
a) Nem a angústia, nem a fome, nem os erros do meu irmão; Perigo ou espada, nem toda tribulação!

4ª Dor: “Seguia-o grande multidão de povo e de mulheres” (Lc 23,27)
Maria encontra Jesus e o segue até o Calvário. Acompanhemos a dor das mães que com seus filhos carregam a cruz das injustiças sociais que desrespeitam a vida humana.
Ó Maria, tu que encorajas as mães a não abandonar seus filhos em nenhum momento, sobretudo na dor, ensinai-nos a ser solidários com os fracos e desamparados.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Pelas estradas da vida, nunca sozinho estás. Contigo pelo caminho, Santa Maria vai.
Ó vem conosco, vem caminhar, Santa Maria vem. Ó vem conosco, vem caminhar, Santa Maria vem.
Se pelo mundo os homens, sem conhecer-se vão, não negues nunca a tua mão a quem te encontrar.
Mesmo que digam os homens, tu nada podes mudar luta por um mundo novo de unidade e paz.
Se parecer tua vida inútil caminhar, lembra que abres caminho, outros te seguirão.
5ª Dor: “Junto à cruz de Jesus estava de pé sua mãe” (Jô 19,25)
Maria, de pé, não abandona Jesus. Mantém-se firme ao seu lado, e também hoje não abandona seus filhos. Continua conosco, sob a cruz dos crucificados deste mundo. Contigo Maria, queremos estar junto de nossos irmãos. Ajudai-nos a ser uma presença que conforte e anime.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico:  A morrer crucificado/ Teu JESUS é condenado/ Por teus crimes, pecador/ Por teus crimes, pecador.
Pela Virgem dolorosa/ Vossa MÃE tão piedosa/ Perdoai ó meu JESUS/ perdoai ó meu JESUS

6ª Dor: “Jesus é descido da cruz...” (Lc 23,53)
Intensa foi a dor de Maria ao acolher em seus braços o filho morto. Em nossos dias, muitas mães sofrem com seus filhos, vitimas da violência e discriminação social.
Deus da vida, iluminai-nos e fortalecei-nos para que não percamos a esperança de transformar as estruturas humanas de nosso mundo.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Cântico: Ninguém te ama como eu, ninguém te ama como eu./ Olha pra cruz esta é a minha grande prova./ Ninguém te ama como eu, ninguém te ama como eu./ Olhe pra cruz, foi por ti, porque te amo, ninguém te ama como eu.

7ª Dor: “...Jesus foi envolvido em um lençol e depositado em um túmulo cavado na rocha” (Lc 23,53)
Maria mãe querida, quanta dor sofrestes ao ver seu Filho sepultado. Soubestes recolher-se em silêncio, e aguardar a resposta de Deus. Ensinai-nos ó mãe, a conservar a serenidade e a esperança, quando nada parece ter sentido.
1 Pai-Nosso / 07 Ave-Marias, Glória ao Pai e a jaculatória: Maria, minha mãe, fazei que meu coração acompanhe vossas dores na morte de Jesus.

Salve Rainha, mãe da misericórdia...

Maria, Mãe da Santa Esperança, que estás sempre conosco, como sempre estivestes com Jesus, durante toda sua Vida, Paixão, Morte e Ressurreição, intercedei por nós junto à Santíssima Trindade, para que experimentemos sua consolação, nesta e na outra vida. Amém !


Palavra de Deus


Do Evangelho segundo S. Mateus (Mt 26,36-46)
Então Jesus foi com eles para um lugar chamado Gestsêmani. E disse aos discípulos: Sentai-vos aqui, enquanto Eu vou até ali para rezar. Jesus levou consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, e começou a ficar triste e angustiado. Então lhes disse: A minha alma está numa tristeza mortal. Ficai aqui e vigiai comigo. Jesus foi um pouco mais adiante, prostou-se com o rosto por terra e rezou: Pai, se é possível, afasta de mim este cálice. “Contudo, não seja feita a minha vontade, mas a vossa.”
Voltando para junto dos discípulos, Jesus encontrou-os a dormir. Disse a Pedro: Nem sequer pudestes vigiar uma hora comigo? Vigiai e orai, para não cairdes em tentação, porque o espírito está pronto, mas a carne é fraca. Jesus afastou-se pela segunda vez e rezou: Meu Pai, se este cálice não pode passar sem que Eu o beba, seja feita a Tua vontade!
Voltou de novo e encontrou os discípulos a dormir, porque os seus olhos estavam pesados de sono. Deixando-os, Jesus afastou-se e rezou pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras.
Então voltou para junto dos discípulos e disse: Agora podeis dormir e descansar. Já se aproxima a hora: o Filho do Homem vai ser entregue ao poder dos pecadores. Levantai-vos! Vamos! Aquele que vai me trair está a chegar.

(De joelhos): Oração: Eis-me aqui, ó bom e dulcíssimo Jesus! De joelhos me prosto em Vossa presença e Vos suplico com todo o fervor de minha alma que vos digneis gravar no meu coração os mais vivos sentimentos de fé, esperança e caridade, verdadeiro arrependimento dos meus pecados e firme propósito de corrigi-los, enquanto vou considerando com vivo afeto e dor as Vossas Cinco Chagas, tendo diante dos olhos aquilo que o profeta Davi já nos fazia dizer, ó bom Jesus: "Transpassaram minhas mãos e meus pés e contaram todos os meus ossos".

Cântico: Glória a Jesus na Hóstia Santa, que se consagra sobre o altar;
E aos nossos olhos se levanta para o Brasil abençoar.
Que o Santo Sacramento, que é o próprio Cristo Jesus, Seja adorado e seja amado nesta terra de Santa Cruz. (bis)

Rezemos o Terço da Misericórdia
Credo / Pai Nosso / Ave Maria
Nas contas grandes em lugar do Pai-Nosso, rezar:
Eterno Pai, eu vos ofereço o Corpo e o Sangue, a Alma e Divindade de Vosso Diletíssimo Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, em expiação dos nossos pecados e dos pecados do mundo inteiro.

Nas contas pequenas, em lugar das Ave-Marias:
Dirigente: Pela sua dolorosa paixão
Todos: Tende piedade de nós e do mundo inteiro.

No fim, rezar 03 vezes:
Deus Santo, Deus forte, Deus imortal, tende piedade de nós, do mundo inteiro e das almas do purgatório.

Ó Sangue e água que jorrastes do Coração de Jesus como fonte de misericórdia para nós, eu confio em vós.


Oração Final


Jesus é muito bom sentir sua presença na Eucaristia, Viva e Real !
Te agradecemos por este  momento de adoração Te agradecemos pelo Dom de nossas vidas !
Te agradecemos por estar sempre conosco!
Te agradecemos por sua entrega na cruz para nos salvar !


Cântico Final


1. Quem é essa que surge formosa,
Como o sol fulgurante na serra.
Como aurora de luz radiosa,
Qual exército em linha de guerra?

É a Virgem, Mãe Legionária,
É Maria, a Rainha dos Céus,
Que nos faz ser a luz missionária.
Para o mundo levar até Deus. (bis)

2. Dai-nos fé que nos faça lutar...
É a Virgem, Mãe Legionária...
3. E um dia no Céu, ó Maria...!
É a Virgem, Mãe Legionária...
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém. Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, Para sempre seja louvado. Salve Maria!!!

Semana Santa


Semana Santa, tempo da misericórdia do Pai, da ternura do Filho e do amor do Espírito Santo.
Esta semana chama-se Santa porque nos introduz diretamente no mistério da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Cada um desses acontecimentos tem um conteúdo eminentemente profético e salvífico.
O fiel cristão – verdadeiramente apaixonado por Jesus Cristo – não pode deixar de acompanhar ativamente a Liturgia da Semana Santa. Infelizmente, a maioria dos católicos tem outras preferências na semana mais santa do ano. Não são capazes de “vigiar e orar” uma só hora com Jesus (cf. Mc 14, 37-38).
Nós queremos acompanhar os passos de Cristo e sentir de perto o que vai acontecer a nosso melhor Amigo e Salvador, procurando sentir o que Jesus sentia em seu coração ao se aproximar a Hora decisiva de glorificar o Pai. Ele viveu esses dias com mansidão e serenidade na presença do Pai. Seu coração estava inundado por uma imensa ternura para com todos os filhos e filhas de Deus dispersos.
Mostremo-nos, pois, solidários a Jesus. Passemos esta última semana de sua vida terrena com Ele, num último gesto de amor e amizade, recolhidos em oração fervorosa e contemplação profunda, de modo que a Páscoa do Senhor seja um dia verdadeiramente “novo” para nós.
Ao participarmos da bênção e procissão de ramos, queremos homenagear a Cristo e proclamar publicamente a sua Divina Realeza.
Na Quinta-feira Santa, pela manhã, é celebrada a Missa Crismal. Esta celebração, que o Bispo concelebra com o seu presbitério e dentro da qual consagra o santo crisma e benze os óleos usados no Batismo e na unção dos enfermos, é a manifestação da comunhão dos presbíteros com o seu Bispo.
No período vespertino, inicia-se o Tríduo Sacro. Com a celebração da Missa da Ceia do Senhor (cerimônia do Lava-pés), recordamos a instituição da Eucaristia e do sacerdócio católico, bem como o mandamento do amor com que Cristo nos amou até o fim (cf. Jo 13, 1).
A Sexta-feira Santa é o grande dia de luto para a Igreja. Não há Santa Missa, mas celebração da Paixão do Senhor que consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da Cruz e sagrada Comunhão. Vivamos este dia em clima de silêncio e de extrema gratidão, contemplando a morte de Jesus na cruz por nosso amor.
O Sábado Santo é dia de oração silenciosa e de profunda contemplação junto ao túmulo de Jesus. São horas de solidão e de saudade... É ocasião para acompanharmos Nossa Senhora da Soledade e as santas mulheres junto ao túmulo de Jesus, sentindo com elas a medida do amor que Cristo suscita nos corações que O conhecem de perto.
A Vigília Pascal, “a mãe de todas as vigílias”, na qual a Igreja espera, velando, a Ressurreição de Cristo, compõe-se da liturgia da Luz, da liturgia da Palavra, da liturgia Batismal e da liturgia Eucarística.
A participação no Mistério redentor de Cristo leva-nos a ser – no mundo descrente – testemunhas autênticas da Ressurreição de Cristo. Não podemos retardar o anúncio da ressurreição. Que a alegria de Cristo ressuscitado penetre nosso ser, domine nosso pensamento, tome conta de nossos sentimentos e ações. Precisamos de gente que tenha feito experiência da ressurreição. Existe uma única prova de que Cristo tenha ressuscitado: que as pessoas vivam a Sua vida e se amem com o amor com que Ele nos ama...
Guiados pela luz do círio pascal, e ressuscitados para uma vida nova de fé, esperança e amor, sejamos testemunhas vivas da Ressurreição do Senhor Jesus.
Que a Mãe do Ressuscitado nos aponte o caminho para Jesus Cristo, nosso único Salvador.
Dom Nelson Westrupp
Bispo diocesano de Santo André - SP